quinta-feira, 15 de julho de 2010

Jovens unem-se para apoiar Marun: “ele é olho no olho”

Jovens unem-se para apoiar Marun: “ele é olho no olho”

Mais de 80 jovens se reuniram na noite de ontem (14/7), em Campo Grande, para anunciar apoio à reeleição do deputado estadual Carlos Marun (PMDB), para ouvir propostas e reafirmar o compromisso da Juventude Morena e da Juventude do PMDB - Campo Grande rumo às eleições 2010. A presidente do DCE/UCDB, Natielle Braga, “Marun é olho no olho, fala e faz, é um político que cuida da família, construindo casas ele devolveu dignidade a muita gente”.

Durante o encontro, que contou com a presença do candidato ao Senado, Waldemir Moka, Marun destacou a importância da militância da juventude e do trabalho e caminhada conjunta. “Temos que acreditar na política que fazemos. Estou aqui para pedir o apoio das Juventudes Morena e da PMDB aos nossos candidatos. Quem faz parte do meu time tem que estar com André e todos os nosso candidatos. Vocês são meu time de eleitores, estamos trabalhando juntos e esta é uma espinha dorsal que precisa atuar unida”, ressaltou Marun aos jovens.

Ele destacou ainda que os candidatos apresentados por ele têm uma história de trabalho, um passado político de conquistas e mudanças. “Vamos inserir mais jovens nesse processo. Quero mostrar aos que ainda não estão no meio à importância da participação, por isso peço para que vocês continuem pedindo votos para o nosso time. Um voto faz toda a diferença e por isso estamos apresentando nossos candidatos. Não queremos pecar por falta de conhecimento”.

Embora muitos jovens continuem alienados com relação à política brasileira, na Capital a militância tem sido expressiva. Para a presidente do Diretório Central dos Estudantes - DCE/UCDB, Natielle Braga, 21anos, aquele que não gosta de política é comandado por um que gosta. “A tese é simples. Aquele que não gosta será dominado por cabeças pensantes. Não somos mais um na multidão e nós sabemos o quanto nosso voto faz diferença”, avaliou.

Ela garantiu que acredita em uma política diferente e por isso está engajada no movimento. “Sempre fui apaixonada pelo movimento político, não como era, mas como gostaria que fosse. Idealizo uma política igualitária. Nunca fui influenciada pela minha família que não chega a ser apolítica, mas não é envolvida. Eu, ao contrário gosto. Assumi essa personalidade para poder batalhar por uma ideologia que não seja corrompida”.

Natielle destacou ainda que muitos não se interessam por falta de conhecimento. “Aprendi que política é articulação. Que de alguma maneira posso influenciar o meio e ajudar a melhorar. Em 2009, por exemplo, fui eleita a primeira mulher presidente do DCE, e de um curso que não é tradicional, como por exemplo, direito. Ações como estas mostram a importância do engajamento e da luta”.

Sobre o apoio a Marun ela é enfática. “Marun é olho no olho. É coisa de sintonia de pensamentos. Somos o mesmo coração batendo juntos”. E ela vai além. “Não vestiria a camisa de um homem que não trabalha, mas por ele defendo, visto e rasgo se for preciso. É um político que cuida da família, não é a toa que todos comentam as mudanças no setor de habitação. Ele devolveu dignidade a muita gente. A Juventude apóia Marun porque ele dá credibilidade a Juventude e sempre esteve presente. Faça chuva, faça sol estaremos com Marun e com quem ele pedir”.

Para a estudante de publicidade e secretária Nacional de Políticas para juventude (JPMDB), Karoline Mendez, 28 anos, apoiar Marun é dar créditos a um homem íntegro, que tem representado o Estado de maneira exemplar e merece dar continuidade ao trabalho. “É um homem competente, que luta pelo desenvolvimento do Estado e atua para mudar a realidade de nossa gente”.

Ela disse ainda que o envolvimento do jovem é essencial nessa transformação. “O jovem que atua na política tende a acreditar, sonhar e colocar em prática o almejado, já aquele que não atua não concretiza”.

Karoline falou ainda que os jovens são um dos grupos responsáveis pela atual situação política no país. “Nós podemos cobrar. Muitos jovens podem não estar engajados diretamente no movimento partidário, mas realizam trabalhos em algumas ONGs, igrejas, voluntariado e independente de onde atuem eles estão fazendo política. Mesmo aqueles que dizem não gostar. Hoje, mais do que nunca devemos atuar e lutar por uma transformação. Conhecer em quem votamos é o passo inicial para essa mudança”.

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