03 Setembro 2010 às 09:29
O governador André Puccinelli se mantém na liderança nas eleições para o Governo do Estado. Em nova pesquisa do Ipems (Instituto de Pesquisa de Mato Grosso do Sul), sobre intenção de voto, André aparece com 51,05% das intenções de voto, seu concorrente mais direto, Zeca do PT, com 34,60% e Nei Braga do PSOL, tem 1,80%. O levantamento, realizado entre os 27 de agosto e 02 de setembro, captou a intenção votos depois de duas semanas do horário político eleitoral, além do “impacto”, que pelo visto não foi tão grande como os petistas esperavam, da vinda do presidente Lula e sua candidata Dilma Rousseff a Campo Grande. Foram ouvidos 2 mil eleitores em 50 municípios que concentram mais de 90% do eleitorado sul-mato-grossense.
Em relação a pesquisa anterior, realizada entre 11 e 17 de agosto, o quadro se manteve praticamente inalterado, com pequena variação abaixo da margem de erro, que é de 2,90%.
Se considerados apenas os votos válidos (critério adotado pela Justiça Eleitoral em que se exclui indecisos, brancos e nulso) o governador se reelegeria com 57,62% dos votos, Zeca teria 40,35% e Nei Braga, 2,03%. O levantamento mostra que o governador vence na Capital, 59,05% a 38,16%, (Nei Braga tem 2,80%) e no interior, 56,87% a 41,49%, enquanto o candidato PSOL aparece com 1,63%. Outro indicador importante é o da rejeição: 43,80% dos eleitores declararam que não votam em Zeca do PT; 73,80% rejeitam Nei Braga e 25,50% no governador. O governador está na frente nove microregiões. É o preferido entre as mulheres (52,43% a 32%) e os homens (59,59 a 39,71%). A pesquisa do IPEMS foi registrada no TRE/MS sob número 34.100/2010 e divulgada hoje pela manhã no Programa Tribuna Livre da FM Capital.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
VISITA DE LULA E DILMA NÃO MUDA SITUAÇÃO EM MS
sábado, 28 de agosto de 2010
IBOPE: DILMA CHEGA A 51%
28/08/2010 07h41 - Atualizado em 28/08/2010 07h50
Dilma tem 51%, e Serra, 27%, aponta Ibope
Marina registra 7%. Margem de erro é de 2 pontos percentuais.
No cenário com segundo turno, Dilma tem 55%, e Serra, 32%.
Do G1, em São Paulo
INTENÇÃO DE VOTO PARA A PRESIDÊNCIA
Resposta estimulada e única, em %
Dilma (PT)51%
Serra (PSDB) 27%
Marina (PV) 7%
Outros 1%
A candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Ibope de intenção de voto divulgada neste sábado (28). A petista tem 51% das intenções de voto contra 27% do adversário José Serra (PSDB).
De acordo com o Ibope, em terceiro lugar está Marina Silva (PV), com 7%. No levantamento anterior do Ibope, realizado dos dias 12 a 15 de agosto,Dilma tinha 43, Serra, 32%, e Marina, 8%.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou menos. Isso indica que Dilma pode ter entre 49% e 53% e Serra, entre 25% e 29%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
Dos demais candidatos, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 55% e Serra, 32%. Na pesquisa anterior, as taxas de Dilma e Serra eram de 48% e 37%, respectivamente.
Avaliação do governo
O levantamento também mostrou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 78%, o governo é ótimo ou bom; para 17%, regular; para 4%, ruim ou péssimo.
Dilma tem 51%, e Serra, 27%, aponta Ibope
Marina registra 7%. Margem de erro é de 2 pontos percentuais.
No cenário com segundo turno, Dilma tem 55%, e Serra, 32%.
Do G1, em São Paulo
INTENÇÃO DE VOTO PARA A PRESIDÊNCIA
Resposta estimulada e única, em %
Dilma (PT)51%
Serra (PSDB) 27%
Marina (PV) 7%
Outros 1%
A candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Ibope de intenção de voto divulgada neste sábado (28). A petista tem 51% das intenções de voto contra 27% do adversário José Serra (PSDB).
De acordo com o Ibope, em terceiro lugar está Marina Silva (PV), com 7%. No levantamento anterior do Ibope, realizado dos dias 12 a 15 de agosto,Dilma tinha 43, Serra, 32%, e Marina, 8%.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou menos. Isso indica que Dilma pode ter entre 49% e 53% e Serra, entre 25% e 29%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
Dos demais candidatos, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 55% e Serra, 32%. Na pesquisa anterior, as taxas de Dilma e Serra eram de 48% e 37%, respectivamente.
Avaliação do governo
O levantamento também mostrou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 78%, o governo é ótimo ou bom; para 17%, regular; para 4%, ruim ou péssimo.
CANDIDATO DE AÉCIO VIRA O JOGO EM MINAS
28/08/2010 07h41 - Atualizado em 28/08/2010 08h05
Tucano tem 35% das intenções de voto, e peemedebista, 33%.
Margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Do G1, em Brasília
Anastasia (PSDB) 35
Costa (PMDB) 33
Vanessa Portugal (PSTU) 1
Zé Fernando Aparecido (PV) 1
Professor Luiz Carlos (PSOL) 0
Edilson Nascimento (PT do B) 0
Fabinho (PCB) 0
Pepê (PCO) 0
Branco/nulo 6
Indecisos 24
Fonte: Ibope
0 - Não atingiu 1% das intenções
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (28) mostra empate técnico entre Antonio Anastasia (PSDB) e Hélio Costa (PMDB) na disputa ao governo de Minas. Segundo o instituto, Anastasia tem 35%, e Hélio Costa, 33%. No levantamento anterior, Anastasia tinha 27%, e Costa, 38%.
A margem de erro do levantamento atual é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levando em consideração a margem de erro, Anastasia pode ter entre 33% e 37%, e Hélio Costa, de 31% a 35%.
Vanessa Portugal (PSTU) e Zé Fernando Aparecido (PV) aparecem com 1% cada um. Dos demais candidatos - Professor Luiz Carlos (PSOL), Edilson Nascimento (PT do B), Fabinho (PCB) e Pepê (PCO) -, nenhum deles atingiu 1% das intenções de voto.
Votos em branco ou nulos são 6%. A pesquisa apontou também que 24% dos eleitores continuam indecisos.
O levantamento foi realizado dos dias 24 a 26 de agosto. Foram entrevistados 1.806 eleitores.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e o jornal "O Estado de S.Paulo" e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 65090/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 26113/2010
Tucano tem 35% das intenções de voto, e peemedebista, 33%.
Margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Do G1, em Brasília
Anastasia (PSDB) 35
Costa (PMDB) 33
Vanessa Portugal (PSTU) 1
Zé Fernando Aparecido (PV) 1
Professor Luiz Carlos (PSOL) 0
Edilson Nascimento (PT do B) 0
Fabinho (PCB) 0
Pepê (PCO) 0
Branco/nulo 6
Indecisos 24
Fonte: Ibope
0 - Não atingiu 1% das intenções
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (28) mostra empate técnico entre Antonio Anastasia (PSDB) e Hélio Costa (PMDB) na disputa ao governo de Minas. Segundo o instituto, Anastasia tem 35%, e Hélio Costa, 33%. No levantamento anterior, Anastasia tinha 27%, e Costa, 38%.
A margem de erro do levantamento atual é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levando em consideração a margem de erro, Anastasia pode ter entre 33% e 37%, e Hélio Costa, de 31% a 35%.
Vanessa Portugal (PSTU) e Zé Fernando Aparecido (PV) aparecem com 1% cada um. Dos demais candidatos - Professor Luiz Carlos (PSOL), Edilson Nascimento (PT do B), Fabinho (PCB) e Pepê (PCO) -, nenhum deles atingiu 1% das intenções de voto.
Votos em branco ou nulos são 6%. A pesquisa apontou também que 24% dos eleitores continuam indecisos.
O levantamento foi realizado dos dias 24 a 26 de agosto. Foram entrevistados 1.806 eleitores.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e o jornal "O Estado de S.Paulo" e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 65090/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 26113/2010
sábado, 21 de agosto de 2010
DILMA ABRE 17 PONTOS SOBRE SERRA E VENCERIA NO 1o. TURNO, APONTA DATAFOLHA
21/08/2010 - 03h00
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.
Exposição em programas de TV e horário eleitoral explicam disparada de Dilma
MAURO PAULINO
DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA
Em um mês, o cenário da disputa pela Presidência da República sofreu alterações importantes. Estável desde maio, com o empate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), o quadro passou a apontar nova tendência há uma semana.
A ex-ministra de Lula disparou na liderança e passou a figurar como grande favorita, com possibilidade de vitória já no primeiro turno.
Como já demonstrado pelo Datafolha, o papel de Lula foi essencial para a evolução de sua pupila, mas é impossível negar a força de mais uma protagonista nesse roteiro.
Eliane Cantanhêde: Dilma é uma incógnita para o Brasil
Acompanhe a Folha Poder no Twitter
Conheça nossa página no Facebook
A TV prova mais uma vez seu poder de alcance e penetração nos mais diversos estratos da população brasileira, inclusive naqueles onde o acesso à informação é raro.
Oficializadas as candidaturas, a cobertura das eleições na mídia, especialmente na TV, se intensificou.
A agenda dos candidatos, entrevistas em programas de grande audiência e o início do horário eleitoral atingiu segmentos que até então encontravam-se distantes do processo eleitoral.
Para ilustrar o peso da TV na composição do voto do brasileiro, pesquisa Datafolha feita há um mês mostrou que 88% dos eleitores costumam utilizá-la para se informar sobre os candidatos.
A segunda mídia mais acessada para este fim são os jornais, só que com uma participação bem menor 54%.
Ainda na mesma pesquisa, se tivessem que escolher apenas um meio para acompanhar a eleição, 61% dos brasileiros optariam pela TV.
Mais interessante do que observar esse resultado no total da amostra é verificá-lo nos subconjuntos nos quais Dilma mais cresceu. Entre os habitantes do Nordeste de baixa renda, por exemplo, os que se informam exclusivamente pela TV são 71%.
A taxa de indecisos na região caiu cinco pontos, igualando-se à média nacional.
A petista, na avaliação dos entrevistados, foi a candidata de melhor desempenho no horário eleitoral até aqui. Entre os que já assistiram ao programa, a vantagem da ex-ministra sobre o tucano é de 24 pontos percentuais. Entre os que ainda não o fizeram, ela cai para 13 pontos.
O registro histórico do momento exato em que variáveis relevantes como a cobertura da TV e o horário eleitoral passam a agir sobre a composição do voto é essencial para a compreensão do contexto em que as mudanças ocorreram. A pesquisa do Datafolha divulgada hoje representa mais um fotograma do filme desta eleição, tendo a TV como principal difusor.
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.
Exposição em programas de TV e horário eleitoral explicam disparada de Dilma
MAURO PAULINO
DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA
Em um mês, o cenário da disputa pela Presidência da República sofreu alterações importantes. Estável desde maio, com o empate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), o quadro passou a apontar nova tendência há uma semana.
A ex-ministra de Lula disparou na liderança e passou a figurar como grande favorita, com possibilidade de vitória já no primeiro turno.
Como já demonstrado pelo Datafolha, o papel de Lula foi essencial para a evolução de sua pupila, mas é impossível negar a força de mais uma protagonista nesse roteiro.
Eliane Cantanhêde: Dilma é uma incógnita para o Brasil
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A TV prova mais uma vez seu poder de alcance e penetração nos mais diversos estratos da população brasileira, inclusive naqueles onde o acesso à informação é raro.
Oficializadas as candidaturas, a cobertura das eleições na mídia, especialmente na TV, se intensificou.
A agenda dos candidatos, entrevistas em programas de grande audiência e o início do horário eleitoral atingiu segmentos que até então encontravam-se distantes do processo eleitoral.
Para ilustrar o peso da TV na composição do voto do brasileiro, pesquisa Datafolha feita há um mês mostrou que 88% dos eleitores costumam utilizá-la para se informar sobre os candidatos.
A segunda mídia mais acessada para este fim são os jornais, só que com uma participação bem menor 54%.
Ainda na mesma pesquisa, se tivessem que escolher apenas um meio para acompanhar a eleição, 61% dos brasileiros optariam pela TV.
Mais interessante do que observar esse resultado no total da amostra é verificá-lo nos subconjuntos nos quais Dilma mais cresceu. Entre os habitantes do Nordeste de baixa renda, por exemplo, os que se informam exclusivamente pela TV são 71%.
A taxa de indecisos na região caiu cinco pontos, igualando-se à média nacional.
A petista, na avaliação dos entrevistados, foi a candidata de melhor desempenho no horário eleitoral até aqui. Entre os que já assistiram ao programa, a vantagem da ex-ministra sobre o tucano é de 24 pontos percentuais. Entre os que ainda não o fizeram, ela cai para 13 pontos.
O registro histórico do momento exato em que variáveis relevantes como a cobertura da TV e o horário eleitoral passam a agir sobre a composição do voto é essencial para a compreensão do contexto em que as mudanças ocorreram. A pesquisa do Datafolha divulgada hoje representa mais um fotograma do filme desta eleição, tendo a TV como principal difusor.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
DILMA MANTÉM 39% E SERRA, 34% EM NOVA PESQUISA DO IBOPE
06/08/2010 20h40 - Atualizado em 06/08/2010 20h40
Marina aparece com 8% das intenções de voto.
Margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.
Do G1, em São Paulo
A candidata Dilma Rousseff (PT) se manteve à frente de José Serra (PSDB) em nova rodada de pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da República divulgada nesta sexta-feira (6) pela TV Globo. Segundo a pesquisa, Dilma apresentou 39% das intenções de voto; José Serra (PSDB), 34%; e Marina Silva (PV) teve 8%.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 173 municípios de segunda-feira (2) a quinta-feira (5). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter de 37% a 41%; José Serra, de 32% a 36%; e Marina Silva, de 6% a 10%. Em relação à pesquisa divulgada na sexta-feira (30), Marina passou de 7% para 8%. Dilma e Serra mantiveram os mesmos índices de intenção de voto no primeiro turno.
Nos levantamentos anteriores do Ibope, Dilma tinha 37% na pesquisa de 31 de maio a 1 de junho; 38% na de 18 a 21 de junho; 36% na de 27 a 30 de junho; e 39% no levantamento de 26 a 29 de julho. Serra tinha 37%, passou a 32%, alcançou 36% e depois foi para 34%. Marina tinha 9%, passou a 7%, alcançou 8% e foi para 7% na pesquisa anterior.
Dentre os demais candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) -, nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 12%.
A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 21697/2010.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 44% (considerando a margem de erro, teria de 42% a 46%) e Serra, 39% (de 37% a 41%). Votariam nulo ou em branco 8% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 9%.
Na pesquisa divulgada uma semana antes, a petista tinha 46% e Serra, 40%. Aqueles que disseram que votariam nulo ou em branco somaram 6% dos eleitores e os indecisos, 8%.
Avaliação do governo
O levantamento ainda apresentou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 75%, o governo é ótimo ou bom; para 19%, regular; para 4%, ruim ou péssimo. Dentre os entrevistados, 1% não soube ou não respondeu.
Marina aparece com 8% das intenções de voto.
Margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.
Do G1, em São Paulo
A candidata Dilma Rousseff (PT) se manteve à frente de José Serra (PSDB) em nova rodada de pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da República divulgada nesta sexta-feira (6) pela TV Globo. Segundo a pesquisa, Dilma apresentou 39% das intenções de voto; José Serra (PSDB), 34%; e Marina Silva (PV) teve 8%.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 173 municípios de segunda-feira (2) a quinta-feira (5). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter de 37% a 41%; José Serra, de 32% a 36%; e Marina Silva, de 6% a 10%. Em relação à pesquisa divulgada na sexta-feira (30), Marina passou de 7% para 8%. Dilma e Serra mantiveram os mesmos índices de intenção de voto no primeiro turno.
Nos levantamentos anteriores do Ibope, Dilma tinha 37% na pesquisa de 31 de maio a 1 de junho; 38% na de 18 a 21 de junho; 36% na de 27 a 30 de junho; e 39% no levantamento de 26 a 29 de julho. Serra tinha 37%, passou a 32%, alcançou 36% e depois foi para 34%. Marina tinha 9%, passou a 7%, alcançou 8% e foi para 7% na pesquisa anterior.
Dentre os demais candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) -, nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 12%.
A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 21697/2010.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 44% (considerando a margem de erro, teria de 42% a 46%) e Serra, 39% (de 37% a 41%). Votariam nulo ou em branco 8% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 9%.
Na pesquisa divulgada uma semana antes, a petista tinha 46% e Serra, 40%. Aqueles que disseram que votariam nulo ou em branco somaram 6% dos eleitores e os indecisos, 8%.
Avaliação do governo
O levantamento ainda apresentou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 75%, o governo é ótimo ou bom; para 19%, regular; para 4%, ruim ou péssimo. Dentre os entrevistados, 1% não soube ou não respondeu.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
MOKA CRESCE 8 PONTOS E ABRE CAMINHO PARA VAGA AO SENADO
Moka cresce 8 pontos no Ibope e abre caminho para vaga ao Senado
Pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, pela TV Morena mostra que o candidato ao Senado da coligação “Amor, Trabalho e Fé”, Waldemir Moka (PMDB), cresceu 8 pontos em relação à pesquisa do Ibrape/Correio do Estado e está na segunda colocação na disputa, tecnicamente empatado com Dagoberto Nogueira (PDT), que tem 32%. A vantagem que beneficia Moka é que sua campanha está crescendo e a de Dagoberto caindo.
Nas duas únicas pesquisas registradas e divulgadas depois das convenções, há grande movimentação dos candidatos ao Senado. Dagoberto cai 9 pontos, de 41 para 32% e Moka sobe 8 pontos, de 23 para 31%.
Moka comemorou os números do Ibope, assinalando que eles representam a realidade de uma campanha que vem crescendo dia a dia, porque tem a participação ativa de muitas lideranças na Capital e no interior. “Nós estamos andando, ouvindo as pessoas, falando o que fizemos nestes 12 anos em Brasília e expondo nossos compromissos pra frente”, ressalta Moka, observando que a pesquisa reflete “o que a gente sente nas ruas”.
Moka entende que se for eleito senador como presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional terá todas as condições de assegurar mais recursos para Mato Grosso do Sul no orçamento federal de 2011, não importa quem seja eleito presidente da República.
“A avaliação do Ibope estimula a continuidade do trabalho e cobra de todas as lideranças um esforço ainda maior para que na próxima pesquisa o crescimento continue”, destaca Moka, aproveitando para pedir o trabalho e o empenho de todos.
Pesquisas O Ibope mostrou o seguinte quadro para o Senado: Delcídio do Amaral (PT), da Coligação 'A Força do Povo', com 59%; Dagoberto Nogueira (PDT), da Coligação 'A Força do Povo', com 32%; Waldemir Moka (PMDB), da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 31%; o vice-governador Murilo Zauith, da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 21% e Jorge Batista (PSOL), com 3%. 16% manifestaram voto a apenas um candidato ao Senado. Os indecisos são 33%, e os votos brancos e nulos somam 5%. A pesquisa do Ibope foi realizada a pedido da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, entre os dias 28 e 31 de julho. Foram entrevistadas 1.204 pessoas na Capital e em municípios das regiões Sudoeste, Leste, Centro-Norte, Norte e do Pantanal. A margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou menos. A pesquisa está registrada no TSE e no TRE/MS com o protocolo 26.041/2010.
A pesquisa do Ibrape foi realizada entre 15 e 18 de julho, sob encomenda do jornal Correio do Estado, com um total de 1.119 eleitores, em 42 municípios, com margem de erro de até 3 pontos percentuais para mais ou para menos,com registro no TRE/MS sob número 23.860/2010. O resultado para o Senado foi o seguinte: Delcídio do Amaral (49%), Dagoberto Nogueira (41%), Murilo Zauith (24%), Moka (23%), Jorge Batista (2%), Prof. Washington (2%), brancos e nulos (20%), não sabe (39%).
Pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, pela TV Morena mostra que o candidato ao Senado da coligação “Amor, Trabalho e Fé”, Waldemir Moka (PMDB), cresceu 8 pontos em relação à pesquisa do Ibrape/Correio do Estado e está na segunda colocação na disputa, tecnicamente empatado com Dagoberto Nogueira (PDT), que tem 32%. A vantagem que beneficia Moka é que sua campanha está crescendo e a de Dagoberto caindo.
Nas duas únicas pesquisas registradas e divulgadas depois das convenções, há grande movimentação dos candidatos ao Senado. Dagoberto cai 9 pontos, de 41 para 32% e Moka sobe 8 pontos, de 23 para 31%.
Moka comemorou os números do Ibope, assinalando que eles representam a realidade de uma campanha que vem crescendo dia a dia, porque tem a participação ativa de muitas lideranças na Capital e no interior. “Nós estamos andando, ouvindo as pessoas, falando o que fizemos nestes 12 anos em Brasília e expondo nossos compromissos pra frente”, ressalta Moka, observando que a pesquisa reflete “o que a gente sente nas ruas”.
Moka entende que se for eleito senador como presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional terá todas as condições de assegurar mais recursos para Mato Grosso do Sul no orçamento federal de 2011, não importa quem seja eleito presidente da República.
“A avaliação do Ibope estimula a continuidade do trabalho e cobra de todas as lideranças um esforço ainda maior para que na próxima pesquisa o crescimento continue”, destaca Moka, aproveitando para pedir o trabalho e o empenho de todos.
Pesquisas O Ibope mostrou o seguinte quadro para o Senado: Delcídio do Amaral (PT), da Coligação 'A Força do Povo', com 59%; Dagoberto Nogueira (PDT), da Coligação 'A Força do Povo', com 32%; Waldemir Moka (PMDB), da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 31%; o vice-governador Murilo Zauith, da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 21% e Jorge Batista (PSOL), com 3%. 16% manifestaram voto a apenas um candidato ao Senado. Os indecisos são 33%, e os votos brancos e nulos somam 5%. A pesquisa do Ibope foi realizada a pedido da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, entre os dias 28 e 31 de julho. Foram entrevistadas 1.204 pessoas na Capital e em municípios das regiões Sudoeste, Leste, Centro-Norte, Norte e do Pantanal. A margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou menos. A pesquisa está registrada no TSE e no TRE/MS com o protocolo 26.041/2010.
A pesquisa do Ibrape foi realizada entre 15 e 18 de julho, sob encomenda do jornal Correio do Estado, com um total de 1.119 eleitores, em 42 municípios, com margem de erro de até 3 pontos percentuais para mais ou para menos,com registro no TRE/MS sob número 23.860/2010. O resultado para o Senado foi o seguinte: Delcídio do Amaral (49%), Dagoberto Nogueira (41%), Murilo Zauith (24%), Moka (23%), Jorge Batista (2%), Prof. Washington (2%), brancos e nulos (20%), não sabe (39%).
DELCIDIO DIZ QUE LIDERANÇA EM PESQUISA O ANIMA A TRABALHAR MAIS POR MS
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) avaliou como “bastante positivo” o resultado da pesquisa IBOPE encomendada pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande na qual ele aparece na liderança pela disputa do Senado, com 59 % das intenções de voto.
“É uma alegria ver que o esforço desenvolvido ao longo dos últimos oito anos para trazer mais de R$ 1 bilhão e 400 milhões em investimentos para o nosso estado e a ação parlamentar no Senado estão sendo reconhecidos pela população. Isso aumenta minha responsabilidade e a disposição de continuar trabalhando, cada vez mais, por todos os municípios de Mato Grosso do Sul”, afirmou o senador, que está em Brasília, participando do esforço concentrado do Congresso Nacional.
Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, O IBOPE ouviu 1.204 eleitores no período de 28 a 31 de julho, em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 26041/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 21022/2010.
Delcídio ficou impressionado com o crescimento da candidatura.
Se levarmos em conta que na pesquisa divulgada por outro instituto no dia 23 de julho me foram atribuídas 49 % das intenções de voto, e agora, dez dias depois, o meu índice saltou para 59 %, verificaremos um crescimento de 10 pontos percentuais, ou seja, 1 % ao dia. E olha que, em função do tratamento que faço para acabar com as seqüelas da dengue, eu ainda não consegui colocar minha campanha nas ruas. Vamos continuar trabalhando para que, quando isso acontecer, esses índices tão significativos continuem sendo mantidos. Mas o que vale mesmo é o resultado que sairá das urnas em 3 de outubro”, avalia o senador.
“É uma alegria ver que o esforço desenvolvido ao longo dos últimos oito anos para trazer mais de R$ 1 bilhão e 400 milhões em investimentos para o nosso estado e a ação parlamentar no Senado estão sendo reconhecidos pela população. Isso aumenta minha responsabilidade e a disposição de continuar trabalhando, cada vez mais, por todos os municípios de Mato Grosso do Sul”, afirmou o senador, que está em Brasília, participando do esforço concentrado do Congresso Nacional.
Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, O IBOPE ouviu 1.204 eleitores no período de 28 a 31 de julho, em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 26041/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 21022/2010.
Delcídio ficou impressionado com o crescimento da candidatura.
Se levarmos em conta que na pesquisa divulgada por outro instituto no dia 23 de julho me foram atribuídas 49 % das intenções de voto, e agora, dez dias depois, o meu índice saltou para 59 %, verificaremos um crescimento de 10 pontos percentuais, ou seja, 1 % ao dia. E olha que, em função do tratamento que faço para acabar com as seqüelas da dengue, eu ainda não consegui colocar minha campanha nas ruas. Vamos continuar trabalhando para que, quando isso acontecer, esses índices tão significativos continuem sendo mantidos. Mas o que vale mesmo é o resultado que sairá das urnas em 3 de outubro”, avalia o senador.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Ibope mostra Dilma com 39% e Serra com 34% na corrida pela Presidência
30/07/2010 20h45 - Atualizado em 30/07/2010 21h47
Marina Silva aparece com 7% das intenções de voto.
Margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Do G1, em São Paulo
A candidata Dilma Rousseff (PT) lidera com cinco pontos percentuais à frente de José Serra (PSDB), segundo pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da República divulgada nesta sexta (30) pela TV Globo. De acordo com a pesquisa, Dilma tem 39% das intenções de voto; José Serra (PSDB), 34%; e Marina Silva (PV), 7%.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 174 municípios de segunda (26) a quinta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter entre 37% e 41%; José Serra, entre 32% e 36%; e Marina Silva, entre 5% e 9%.
Nos levantamentos anteriores do Ibope, Dilma tinha 37% na pesquisa de 31 de maio a 1 de junho; 38% na de 18 a 21 de junho; 36% na de 27 a 30 de junho; e 39% agora. Serra tinha 37%, passou a 32%, depois foi para 36% e agora para 34%. Marina tinha 9%, passou a 7%, foi a 8% e agora voltou para 7%.
Dentre os demais candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) -, nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 12%.
A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 20809/2010.
Segundo turno
Na simulação de um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 46% (considerando a margem de erro, tem de 44% a 48%) e Serra, 40% (de 38% a 42%). Votariam nulo ou em branco 6% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 8%.
Na virada de maio para junho, Dilma tinha 42%. Depois, foi a 45%, a 43% e agora tem 46%. Serra tinha 42%, foi a 38%, depois 43% e agora 40%.
Avaliação do governo
A pesquisa também mostrou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 77%, o governo é ótimo ou bom; para 18%, regular; para 4%, ruim ou péssimo. Dentre os entrevistados, 1% não souberam ou não responderam.
9
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Leomar Bertora Maracaja30/07/201022h10nao ligo para pesquisa, SERRA sera o vencedor na reta final,espere e veras,
O NOSSO BRASIL PRECISA DE MUDANÇA POIS TEM TANTA COISA QUE NOS METE VERGONHA E NADA E FEITO,VAMOS MUDAR PARA VE SE MELHORA
Guangzor30/07/201022h00Não confie em estatísticas feitas por organizações criminosas e imprensa, votem em um nanico!
Humberto30/07/201021h46Miséria e pobreza elegem pessoas que vendem ilusões. Pelo jeito Dilma leva essa..
Luana30/07/201021h44Todos péssimos, mas meu voto nunca irá para essa guerrilheira de m*! Infelizmente, o povão do nosso brasil parece gostar dela e do Lula, afinal, recebem esmolas com eles no governo.
Fabio30/07/201021h41Não duvído que quando esta bomba (ou bombas) estiverem prestes a estourar o PT ´afaste´ a Dilma por motivo de saúde só para largar a responsabilidade nas mãos de Temer e do PMDB para se eximir.
Carla 30/07/201021h39Lamentável Dilma estar na frente. Sem mais:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/ geral/j a-quebrei-a-promessa-entao-eu-tambem-vou- falar -do-pt-e-das-farc-pronto/
Fabio30/07/201021h36Torço mesmo para que Dilma vença p/ ver como o PT vai desarmar a bomba-relógio que armaram lá atrás certos que Serra ia ganhar e estourar na mão dele: escalada de gastos públicos, aumento do rombo previdenciário, o caminho sem volta da bolsa-esmola, inchaço do func. público, juros extorsivos,...
Carlos30/07/201021h29Com tao pouca qualidade, com tao pouco preparo, fico surpreendido com os 7% Marina Silva. Não está preparada para governar nada, tem feito declarações tristes e posições que revelam que não conhece a realidade da sociedade brasileira (veja-se o casamento ente pessoas do meso sexo)
Henrique Cesar Freitas de Oliveira30/07/201021h02ESSA É BARBADA, É SÓ CORRER PRO ABRAÇO E COMEMORAR.
O EX-GOVERNADOR JÁ MOSTROU EM SÃO PAULO QUE NÃO TEM A MININA CONDIÇÃO DE DIRIGIR ESSA LOCOMOTIVA CHAMADA BRASIL!!!!!
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César Maia e Marcelo Crivella lideram disputa pelo Senado no RJ 20:45
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Humberto Costa e Marco Maciel lideram disputa pelo Senado em PE 20:19
TSE recebe pedido de multa contra filho de José Dirceu por propaganda 20:16
Cristovam Buarque lidera disputa ao Senado no DF, diz pesquisa Ibope 20:05
Marta Suplicy lidera corrida ao Senado em SP, aponta Ibope 20:03
Aécio tem 70% das intenções de voto ao Senado em MG, diz Ibope 19:20
Eduardo Campos lidera pesquisa para governo de PE, diz Ibope 19:12
Ex-governador Joaquim Roriz lidera disputa pelo governo do DF 19:10
Alckmin lidera com 50% para governador de SP, aponta Ibope 19:09
Cabral tem 58% das intenções de voto para o governo do RJ, diz Ibope 19:05
Pesquisa Ibope mostra Hélio Costa com 39% das intenções em MG 18:54
TRE do DF indefere registro do PCO e deve vetar candidatos do partido 18:06
Ex-deputado da 'oração da propina' desiste de disputar eleição no DF 16:38
Dilma diz que há 'tentativa patética' de discutir 'medo' na campanha 16:35
Decisão isolada contra ficha limpa 'não preocupa', diz presidente do... 15:58
Marina Silva diz que não muda de discurso conforme o público 13:56
Marina exonera auxiliar do Senado que fazia campanha 13:12
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O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 174 municípios de segunda (26) a quinta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter entre 37% e 41%; José Serra, entre 32% e 36%; e Marina Silva, entre 5% e 9%.
Nos levantamentos anteriores do Ibope, Dilma tinha 37% na pesquisa de 31 de maio a 1 de junho; 38% na de 18 a 21 de junho; 36% na de 27 a 30 de junho; e 39% agora. Serra tinha 37%, passou a 32%, depois foi para 36% e agora para 34%. Marina tinha 9%, passou a 7%, foi a 8% e agora voltou para 7%.
Dentre os demais candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) -, nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 12%.
A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 20809/2010.
Segundo turno
Na simulação de um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 46% (considerando a margem de erro, tem de 44% a 48%) e Serra, 40% (de 38% a 42%). Votariam nulo ou em branco 6% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 8%.
Na virada de maio para junho, Dilma tinha 42%. Depois, foi a 45%, a 43% e agora tem 46%. Serra tinha 42%, foi a 38%, depois 43% e agora 40%.
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Cristovam Buarque lidera disputa ao Senado no DF, diz pesquisa Ibope 20:05
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Eduardo Campos lidera pesquisa para governo de PE, diz Ibope 19:12
Ex-governador Joaquim Roriz lidera disputa pelo governo do DF 19:10
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Cabral tem 58% das intenções de voto para o governo do RJ, diz Ibope 19:05
Pesquisa Ibope mostra Hélio Costa com 39% das intenções em MG 18:54
TRE do DF indefere registro do PCO e deve vetar candidatos do partido 18:06
Ex-deputado da 'oração da propina' desiste de disputar eleição no DF 16:38
Dilma diz que há 'tentativa patética' de discutir 'medo' na campanha 16:35
Decisão isolada contra ficha limpa 'não preocupa', diz presidente do... 15:58
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sábado, 24 de julho de 2010
DATAFOLHA MOSTRA EMPATE TÉCNICO ENTRE SERRA E DILMA
24/07/2010 03h06 - Atualizado em 24/07/2010 09h39
Tucano aparece com 37% das intenções de voto; petista, com 36%.
Pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais.
Do G1, em São Paulo e Brasília
Pesquisa Datafolha para presidente da República divulgada neste sábado (24) mostra uma situação de empate técnico entre os candidatos José Serra (PSDB), com 37% das intenções de voto, e Dilma Rousseff (PT), com 36%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Serra pode ter entre 35% e 39% e Dilma, entre 34% e 38%.
Esta é primeira pesquisa Datafolha após a oficialização das candidaturas a presidente e a terceira consecutiva do instituto que aponta empate entre os dois candidatos – na de maio, ambos tinham 36% e na do início deste mês, Serra aparecia com 39% e Dilma, com 37%.
O Datafolha realizou 10.905 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais, dos dias 20 a 23, em 379 municípios. O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo” e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número 19890/2010.
A candidata Marina Silva (PV) aparece em terceiro lugar na pesquisa, com 10% das intenções de voto. Nos dois levantamentos anteriores, ela tinha 10% e 9%.
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) têm 1% das intenções de voto cada um, segundo a pesquisa. Nenhum dos demais presidenciáveis (Rui Costa Pimenta, PCO, Ivan Pinheiro, PCB, Levy Fidelix, PRTB, e Eymael, PSDC) chega a 1%. Dentre os entrevistados, 10% se dizem indecisos e 4% pretendem votar em branco ou anular o voto.
Resposta espontânea
Na intenção de voto espontânea (quando o pesquisador não exibe para o entrevistado o cartão com os nomes dos candidatos), 46% disseram não saber em quem votar. Dilma aparece com 21% (tinha 22% na pesquisa anterior) e Serra com 16% (tinha 19%). Embora não seja candidato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve 4% das citações, mesmo percentual de Marina Silva.
Segundo turno
A simulação de segundo turno efetuada pelo Datafolha aponta Dilma com 46% e Serra com 45%. Os indecisos são 5%, e outros 5% votariam em branco ou anulariam o voto.
De acordo com o levantamento, em um eventual segundo turno, 41% dos eleitores de Marina Silva optariam por Serra, e 39%, por Dilma. Dentre os eleitores de Marina, 15% votariam em branco ou anulariam o voto em um segundo turno entre Serra e Dilma.
Rejeição
A pesquisa mostra que não votariam em José Serra em hipótese alguma 26% dos entrevistados (eram 24% no levantamento anterior). A taxa de rejeição de Dilma Rousseff é de 19% (era 20%) e a de Marina Silva, de 13% (era 14%).
REGISTRO NO TSE 19890/2010
Tucano aparece com 37% das intenções de voto; petista, com 36%.
Pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais.
Do G1, em São Paulo e Brasília
Pesquisa Datafolha para presidente da República divulgada neste sábado (24) mostra uma situação de empate técnico entre os candidatos José Serra (PSDB), com 37% das intenções de voto, e Dilma Rousseff (PT), com 36%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Serra pode ter entre 35% e 39% e Dilma, entre 34% e 38%.
Esta é primeira pesquisa Datafolha após a oficialização das candidaturas a presidente e a terceira consecutiva do instituto que aponta empate entre os dois candidatos – na de maio, ambos tinham 36% e na do início deste mês, Serra aparecia com 39% e Dilma, com 37%.
O Datafolha realizou 10.905 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais, dos dias 20 a 23, em 379 municípios. O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo” e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número 19890/2010.
A candidata Marina Silva (PV) aparece em terceiro lugar na pesquisa, com 10% das intenções de voto. Nos dois levantamentos anteriores, ela tinha 10% e 9%.
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) têm 1% das intenções de voto cada um, segundo a pesquisa. Nenhum dos demais presidenciáveis (Rui Costa Pimenta, PCO, Ivan Pinheiro, PCB, Levy Fidelix, PRTB, e Eymael, PSDC) chega a 1%. Dentre os entrevistados, 10% se dizem indecisos e 4% pretendem votar em branco ou anular o voto.
Resposta espontânea
Na intenção de voto espontânea (quando o pesquisador não exibe para o entrevistado o cartão com os nomes dos candidatos), 46% disseram não saber em quem votar. Dilma aparece com 21% (tinha 22% na pesquisa anterior) e Serra com 16% (tinha 19%). Embora não seja candidato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve 4% das citações, mesmo percentual de Marina Silva.
Segundo turno
A simulação de segundo turno efetuada pelo Datafolha aponta Dilma com 46% e Serra com 45%. Os indecisos são 5%, e outros 5% votariam em branco ou anulariam o voto.
De acordo com o levantamento, em um eventual segundo turno, 41% dos eleitores de Marina Silva optariam por Serra, e 39%, por Dilma. Dentre os eleitores de Marina, 15% votariam em branco ou anulariam o voto em um segundo turno entre Serra e Dilma.
Rejeição
A pesquisa mostra que não votariam em José Serra em hipótese alguma 26% dos entrevistados (eram 24% no levantamento anterior). A taxa de rejeição de Dilma Rousseff é de 19% (era 20%) e a de Marina Silva, de 13% (era 14%).
REGISTRO NO TSE 19890/2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Dilma dispara 8 pontos à frente de Serra, segundo o Vox Populi
Sexta-feira, 23 de julho de 2010 - 19h40 Última atualização, 23/07/2010 - 20h38
Dilma dispara 8 pontos à frente de Serra, segundo o Vox Populi
Da Redação
brasil@eband.com.br
Dilma Rousseff disparou na liderança da corrida presidencial, segundo a mais recente pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta sexta. Tanto no primeiro quanto no segundo turno, Dilma abriu 8 pontos de vantagem em relação a Serra, como mostra o levantamento. A margem de erro é de 1,8 ponto. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a oficialização das candidaturas à Presidência.
No primeiro turno, na pesquisa estimulada, Dilma aparece com 41% das intenções de voto, seguida por Serra, com 33%, e Marina Silva (PV) com 8%. Os demais candidatos somaram 1%. Os votos brancos e nulos chegaram a 4%, e 13% dos entrevistados se declararam indecisos ou não responderam.
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, a petista tem 28%, Serra 21% e Marina 5%. Mesmo fora da disputa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é citado por 4% dos entrevistados.
Segundo o Vox Populi, Dilma venceria Serra em um possível segundo turno por 46% a 38%. O indicador de rejeição, que mede em quem o eleitor não pretende votar, traz o tucano com 24%, à frente da candidata do PV (20%) e da petista (17%).
Evolução
Dilma cresceu entre maio e junho, passando de 38% para 41% das intenções de voto. No entanto, em julho, seu índice permaneceu estável (41%). Já Serra passou de 35% em maio para 36% em junho, porém caiu dois pontos neste mês, atingindo 34%. Marina Silva, por sua vez, subiu para 9% em julho, após ter mantido o índice de 8% nos dois meses anteriores.
A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 20 de julho, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 19.920/10. Foram feitas 3.000 entrevistas em 219 cidades de todas as regiões do país.
Redator: Tatiane Conceição
Dilma dispara 8 pontos à frente de Serra, segundo o Vox Populi
Da Redação
brasil@eband.com.br
Dilma Rousseff disparou na liderança da corrida presidencial, segundo a mais recente pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta sexta. Tanto no primeiro quanto no segundo turno, Dilma abriu 8 pontos de vantagem em relação a Serra, como mostra o levantamento. A margem de erro é de 1,8 ponto. Esta é a primeira pesquisa divulgada após a oficialização das candidaturas à Presidência.
No primeiro turno, na pesquisa estimulada, Dilma aparece com 41% das intenções de voto, seguida por Serra, com 33%, e Marina Silva (PV) com 8%. Os demais candidatos somaram 1%. Os votos brancos e nulos chegaram a 4%, e 13% dos entrevistados se declararam indecisos ou não responderam.
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, a petista tem 28%, Serra 21% e Marina 5%. Mesmo fora da disputa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é citado por 4% dos entrevistados.
Segundo o Vox Populi, Dilma venceria Serra em um possível segundo turno por 46% a 38%. O indicador de rejeição, que mede em quem o eleitor não pretende votar, traz o tucano com 24%, à frente da candidata do PV (20%) e da petista (17%).
Evolução
Dilma cresceu entre maio e junho, passando de 38% para 41% das intenções de voto. No entanto, em julho, seu índice permaneceu estável (41%). Já Serra passou de 35% em maio para 36% em junho, porém caiu dois pontos neste mês, atingindo 34%. Marina Silva, por sua vez, subiu para 9% em julho, após ter mantido o índice de 8% nos dois meses anteriores.
A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 20 de julho, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 19.920/10. Foram feitas 3.000 entrevistas em 219 cidades de todas as regiões do país.
Redator: Tatiane Conceição
segunda-feira, 19 de julho de 2010
JUNIOR MOCHI INICIA CAMINHADA À REELEIÇÃO
Prefeitos e lideranças reconhecem trabalho e competência do parlamentar 15.555
A campanha pela reeleição do deputado Junior Mochi (PMDB) tem o apoio de diversas autoridades do Estado e não apenas de prefeitos da região norte onde foram investidos mais de R$ 700 milhões em estradas, hospitais, escolas, moradias e obras de infraestrutura, com a participação e influência do deputado. “Junior Mochi é um deputado sério, trabalhador e que está comprometido de fato com o bem estar da população de nosso Estado”, afirmou hoje pela manhã o deputado federal Waldemir Moka (PMDB), candidato ao Senado.Moka participou de uma reunião de trabalho de autoridades que apóiam a reeleição de Junior Mochi. Ele chegou à reunião acompanhado do ex-secretário de Obras do Estado, Edson Giroto, candidato a deputado federal e das primeiras damas, do Estado, Beth Puccinelli e do município, Antonieta Trad. Todos eles apóiam a reeleição de Junior Mochi.Moka, candidato ao Senado, disse que o bom trabalho desenvolvido pelo deputado Junior Mochi nesses 3,5 anos de mandato, “alicerçados na competência e dinamismo”, vão ajudar o governador André Puccinelli (PMDB), se reeleger já no primeiro turno. “Não temos dúvida de que André vai vencer essa eleição no primeiro turno. Seu adversário político vai levar uma surra nas urnas”, comentou Moka que por sua vez tem o apoio do deputado estadual (Mochi) para sua eleição ao Senado.Beth Puccinelli também enalteceu o trabalho de Junior Mochi que, segundo ela, lutou em benefício não só das famílias da região norte do Estado, como também em benefício de todos os municípios do Estado. “Junior Mochi que é um amigo da família desde que morávamos em Fátima do Sul, mostrou-se um deputado sério e competente. Ele é comprometido de fato com o bem estar das famílias sulmatogrossenses em todos os municípios do Estado”, comentou.Antonieta Trad, candidada a suplente de Moka ao Senado, também falou da importância de reeleger Junior Mochi: “Ele (Mochi) tem voz na Assembléia Legislativa. É um deputado que trabalha e ajuda o Estado a crescer”, comentou.PREFEITOS – Junior Mochi tem o apoio maciço dos prefeitos da região norte e do Bolsão de Mato Grosso do Sul. O fato de ter sido prefeito de Coxim por dois mandatos (1997/2004) acabou influenciando bastante seu trabalho na Assembléia Legislativa, canalizando recursos para aquela região que estava isolada, esquecida pelo restante do Estado. Junior Mochi desempenhou importante papel que permitiu um crescimento fenomenal da região norte. Foram mais de R$ 500 milhões só em estradas. Hospitais, escolas, moradias, pavimentação asfáltica urbana e inúmeras outras foram levadas para os municípios da região norte através do trabalho e influência do deputado Junior Mochi.Junior Mochi tem o apoio dos prefeitos: Dinalva Mourão, de Coxim; Sérgio Luiz Marcon, de São Gabriel do Oeste; Wiliam Douglas, de Rio Verde; Maura Jajah, de Pedro Gomes; Mano, de Sonora; Getúlio Barbosa, de Figueirão; Jocelito Krug, de Chapadão do Sul; Jesus Queiroz Baird, de Costa Rica e Ilca Domingos, de Nioaque.Diversos ex-prefeitos também o apóiam. Como por exemplo: Dalton de Souza Lima, de Corguinho; Moisés Nery, de Camapuã; Ildomar, de Alcinópolis.Na reunião de trabalho hoje pela manhã em Campo Grande, estiveram presentes também a vereadora de Douradina Lucilene Kerches de Menezes (PMDB) e Rodrigo Chapéu, vereador de Aparecida do Taboado pelo PDT.O governador André Puccinelli já manifestou diversas vezes seu apoio à reeleição de Junior Mochi, “meu amigo que eu gosto muito”, como ele diz. São apoios importantes que levam o deputado a continuar a luta para assegurar mais um mandato para poder ajudar a família sulmatogrossense.
A campanha pela reeleição do deputado Junior Mochi (PMDB) tem o apoio de diversas autoridades do Estado e não apenas de prefeitos da região norte onde foram investidos mais de R$ 700 milhões em estradas, hospitais, escolas, moradias e obras de infraestrutura, com a participação e influência do deputado. “Junior Mochi é um deputado sério, trabalhador e que está comprometido de fato com o bem estar da população de nosso Estado”, afirmou hoje pela manhã o deputado federal Waldemir Moka (PMDB), candidato ao Senado.Moka participou de uma reunião de trabalho de autoridades que apóiam a reeleição de Junior Mochi. Ele chegou à reunião acompanhado do ex-secretário de Obras do Estado, Edson Giroto, candidato a deputado federal e das primeiras damas, do Estado, Beth Puccinelli e do município, Antonieta Trad. Todos eles apóiam a reeleição de Junior Mochi.Moka, candidato ao Senado, disse que o bom trabalho desenvolvido pelo deputado Junior Mochi nesses 3,5 anos de mandato, “alicerçados na competência e dinamismo”, vão ajudar o governador André Puccinelli (PMDB), se reeleger já no primeiro turno. “Não temos dúvida de que André vai vencer essa eleição no primeiro turno. Seu adversário político vai levar uma surra nas urnas”, comentou Moka que por sua vez tem o apoio do deputado estadual (Mochi) para sua eleição ao Senado.Beth Puccinelli também enalteceu o trabalho de Junior Mochi que, segundo ela, lutou em benefício não só das famílias da região norte do Estado, como também em benefício de todos os municípios do Estado. “Junior Mochi que é um amigo da família desde que morávamos em Fátima do Sul, mostrou-se um deputado sério e competente. Ele é comprometido de fato com o bem estar das famílias sulmatogrossenses em todos os municípios do Estado”, comentou.Antonieta Trad, candidada a suplente de Moka ao Senado, também falou da importância de reeleger Junior Mochi: “Ele (Mochi) tem voz na Assembléia Legislativa. É um deputado que trabalha e ajuda o Estado a crescer”, comentou.PREFEITOS – Junior Mochi tem o apoio maciço dos prefeitos da região norte e do Bolsão de Mato Grosso do Sul. O fato de ter sido prefeito de Coxim por dois mandatos (1997/2004) acabou influenciando bastante seu trabalho na Assembléia Legislativa, canalizando recursos para aquela região que estava isolada, esquecida pelo restante do Estado. Junior Mochi desempenhou importante papel que permitiu um crescimento fenomenal da região norte. Foram mais de R$ 500 milhões só em estradas. Hospitais, escolas, moradias, pavimentação asfáltica urbana e inúmeras outras foram levadas para os municípios da região norte através do trabalho e influência do deputado Junior Mochi.Junior Mochi tem o apoio dos prefeitos: Dinalva Mourão, de Coxim; Sérgio Luiz Marcon, de São Gabriel do Oeste; Wiliam Douglas, de Rio Verde; Maura Jajah, de Pedro Gomes; Mano, de Sonora; Getúlio Barbosa, de Figueirão; Jocelito Krug, de Chapadão do Sul; Jesus Queiroz Baird, de Costa Rica e Ilca Domingos, de Nioaque.Diversos ex-prefeitos também o apóiam. Como por exemplo: Dalton de Souza Lima, de Corguinho; Moisés Nery, de Camapuã; Ildomar, de Alcinópolis.Na reunião de trabalho hoje pela manhã em Campo Grande, estiveram presentes também a vereadora de Douradina Lucilene Kerches de Menezes (PMDB) e Rodrigo Chapéu, vereador de Aparecida do Taboado pelo PDT.O governador André Puccinelli já manifestou diversas vezes seu apoio à reeleição de Junior Mochi, “meu amigo que eu gosto muito”, como ele diz. São apoios importantes que levam o deputado a continuar a luta para assegurar mais um mandato para poder ajudar a família sulmatogrossense.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Jovens unem-se para apoiar Marun: “ele é olho no olho”
Jovens unem-se para apoiar Marun: “ele é olho no olho”
Mais de 80 jovens se reuniram na noite de ontem (14/7), em Campo Grande, para anunciar apoio à reeleição do deputado estadual Carlos Marun (PMDB), para ouvir propostas e reafirmar o compromisso da Juventude Morena e da Juventude do PMDB - Campo Grande rumo às eleições 2010. A presidente do DCE/UCDB, Natielle Braga, “Marun é olho no olho, fala e faz, é um político que cuida da família, construindo casas ele devolveu dignidade a muita gente”.
Durante o encontro, que contou com a presença do candidato ao Senado, Waldemir Moka, Marun destacou a importância da militância da juventude e do trabalho e caminhada conjunta. “Temos que acreditar na política que fazemos. Estou aqui para pedir o apoio das Juventudes Morena e da PMDB aos nossos candidatos. Quem faz parte do meu time tem que estar com André e todos os nosso candidatos. Vocês são meu time de eleitores, estamos trabalhando juntos e esta é uma espinha dorsal que precisa atuar unida”, ressaltou Marun aos jovens.
Ele destacou ainda que os candidatos apresentados por ele têm uma história de trabalho, um passado político de conquistas e mudanças. “Vamos inserir mais jovens nesse processo. Quero mostrar aos que ainda não estão no meio à importância da participação, por isso peço para que vocês continuem pedindo votos para o nosso time. Um voto faz toda a diferença e por isso estamos apresentando nossos candidatos. Não queremos pecar por falta de conhecimento”.
Embora muitos jovens continuem alienados com relação à política brasileira, na Capital a militância tem sido expressiva. Para a presidente do Diretório Central dos Estudantes - DCE/UCDB, Natielle Braga, 21anos, aquele que não gosta de política é comandado por um que gosta. “A tese é simples. Aquele que não gosta será dominado por cabeças pensantes. Não somos mais um na multidão e nós sabemos o quanto nosso voto faz diferença”, avaliou.
Ela garantiu que acredita em uma política diferente e por isso está engajada no movimento. “Sempre fui apaixonada pelo movimento político, não como era, mas como gostaria que fosse. Idealizo uma política igualitária. Nunca fui influenciada pela minha família que não chega a ser apolítica, mas não é envolvida. Eu, ao contrário gosto. Assumi essa personalidade para poder batalhar por uma ideologia que não seja corrompida”.
Natielle destacou ainda que muitos não se interessam por falta de conhecimento. “Aprendi que política é articulação. Que de alguma maneira posso influenciar o meio e ajudar a melhorar. Em 2009, por exemplo, fui eleita a primeira mulher presidente do DCE, e de um curso que não é tradicional, como por exemplo, direito. Ações como estas mostram a importância do engajamento e da luta”.
Sobre o apoio a Marun ela é enfática. “Marun é olho no olho. É coisa de sintonia de pensamentos. Somos o mesmo coração batendo juntos”. E ela vai além. “Não vestiria a camisa de um homem que não trabalha, mas por ele defendo, visto e rasgo se for preciso. É um político que cuida da família, não é a toa que todos comentam as mudanças no setor de habitação. Ele devolveu dignidade a muita gente. A Juventude apóia Marun porque ele dá credibilidade a Juventude e sempre esteve presente. Faça chuva, faça sol estaremos com Marun e com quem ele pedir”.
Para a estudante de publicidade e secretária Nacional de Políticas para juventude (JPMDB), Karoline Mendez, 28 anos, apoiar Marun é dar créditos a um homem íntegro, que tem representado o Estado de maneira exemplar e merece dar continuidade ao trabalho. “É um homem competente, que luta pelo desenvolvimento do Estado e atua para mudar a realidade de nossa gente”.
Ela disse ainda que o envolvimento do jovem é essencial nessa transformação. “O jovem que atua na política tende a acreditar, sonhar e colocar em prática o almejado, já aquele que não atua não concretiza”.
Karoline falou ainda que os jovens são um dos grupos responsáveis pela atual situação política no país. “Nós podemos cobrar. Muitos jovens podem não estar engajados diretamente no movimento partidário, mas realizam trabalhos em algumas ONGs, igrejas, voluntariado e independente de onde atuem eles estão fazendo política. Mesmo aqueles que dizem não gostar. Hoje, mais do que nunca devemos atuar e lutar por uma transformação. Conhecer em quem votamos é o passo inicial para essa mudança”.
Mais de 80 jovens se reuniram na noite de ontem (14/7), em Campo Grande, para anunciar apoio à reeleição do deputado estadual Carlos Marun (PMDB), para ouvir propostas e reafirmar o compromisso da Juventude Morena e da Juventude do PMDB - Campo Grande rumo às eleições 2010. A presidente do DCE/UCDB, Natielle Braga, “Marun é olho no olho, fala e faz, é um político que cuida da família, construindo casas ele devolveu dignidade a muita gente”.
Durante o encontro, que contou com a presença do candidato ao Senado, Waldemir Moka, Marun destacou a importância da militância da juventude e do trabalho e caminhada conjunta. “Temos que acreditar na política que fazemos. Estou aqui para pedir o apoio das Juventudes Morena e da PMDB aos nossos candidatos. Quem faz parte do meu time tem que estar com André e todos os nosso candidatos. Vocês são meu time de eleitores, estamos trabalhando juntos e esta é uma espinha dorsal que precisa atuar unida”, ressaltou Marun aos jovens.
Ele destacou ainda que os candidatos apresentados por ele têm uma história de trabalho, um passado político de conquistas e mudanças. “Vamos inserir mais jovens nesse processo. Quero mostrar aos que ainda não estão no meio à importância da participação, por isso peço para que vocês continuem pedindo votos para o nosso time. Um voto faz toda a diferença e por isso estamos apresentando nossos candidatos. Não queremos pecar por falta de conhecimento”.
Embora muitos jovens continuem alienados com relação à política brasileira, na Capital a militância tem sido expressiva. Para a presidente do Diretório Central dos Estudantes - DCE/UCDB, Natielle Braga, 21anos, aquele que não gosta de política é comandado por um que gosta. “A tese é simples. Aquele que não gosta será dominado por cabeças pensantes. Não somos mais um na multidão e nós sabemos o quanto nosso voto faz diferença”, avaliou.
Ela garantiu que acredita em uma política diferente e por isso está engajada no movimento. “Sempre fui apaixonada pelo movimento político, não como era, mas como gostaria que fosse. Idealizo uma política igualitária. Nunca fui influenciada pela minha família que não chega a ser apolítica, mas não é envolvida. Eu, ao contrário gosto. Assumi essa personalidade para poder batalhar por uma ideologia que não seja corrompida”.
Natielle destacou ainda que muitos não se interessam por falta de conhecimento. “Aprendi que política é articulação. Que de alguma maneira posso influenciar o meio e ajudar a melhorar. Em 2009, por exemplo, fui eleita a primeira mulher presidente do DCE, e de um curso que não é tradicional, como por exemplo, direito. Ações como estas mostram a importância do engajamento e da luta”.
Sobre o apoio a Marun ela é enfática. “Marun é olho no olho. É coisa de sintonia de pensamentos. Somos o mesmo coração batendo juntos”. E ela vai além. “Não vestiria a camisa de um homem que não trabalha, mas por ele defendo, visto e rasgo se for preciso. É um político que cuida da família, não é a toa que todos comentam as mudanças no setor de habitação. Ele devolveu dignidade a muita gente. A Juventude apóia Marun porque ele dá credibilidade a Juventude e sempre esteve presente. Faça chuva, faça sol estaremos com Marun e com quem ele pedir”.
Para a estudante de publicidade e secretária Nacional de Políticas para juventude (JPMDB), Karoline Mendez, 28 anos, apoiar Marun é dar créditos a um homem íntegro, que tem representado o Estado de maneira exemplar e merece dar continuidade ao trabalho. “É um homem competente, que luta pelo desenvolvimento do Estado e atua para mudar a realidade de nossa gente”.
Ela disse ainda que o envolvimento do jovem é essencial nessa transformação. “O jovem que atua na política tende a acreditar, sonhar e colocar em prática o almejado, já aquele que não atua não concretiza”.
Karoline falou ainda que os jovens são um dos grupos responsáveis pela atual situação política no país. “Nós podemos cobrar. Muitos jovens podem não estar engajados diretamente no movimento partidário, mas realizam trabalhos em algumas ONGs, igrejas, voluntariado e independente de onde atuem eles estão fazendo política. Mesmo aqueles que dizem não gostar. Hoje, mais do que nunca devemos atuar e lutar por uma transformação. Conhecer em quem votamos é o passo inicial para essa mudança”.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Amarildo Melo faz corpo-a-corpo em Bandeirantes
Alessandra Messias
O candidato a Deputado Estadual pelo PT do B, Amarildo Melo, enfrentou o frio e foi para as ruas de Bandeirantes pedir votos. Na cidade, ele se reuniu com moradores e apontou a importância do emprego e renda para os jovens. Também destacou que com uma política de fortalecimento empresarial, a classe gera oportunidades de trabalho e novos perfis de empreendedores locais.
“Vim de uma família pobre, nasci em Alagoas e mudei para Campo Grande para morar com meus avós e estudar. Em uma época em que os jovens com menos de 14 anos já trabalhavam comecei logo cedo. Em meu primeiro emprego no Dersul tinha apenas 11 anos”, acrescentou Amarildo Melo que é engenheiro civil, se referindo ao Departamento de Estradas de Rodagem de Mato Grosso do Sul.
Ele ressaltou a importância do trabalho e da garantia de renda para uma boa qualidade de vida. “Trabalho com responsabilidade. Tenho um mandato voltado para a juventude, pois só com a inclusão social e o incentivo ao empreendedorismo, o jovem poderá ter direito ao primeiro emprego”, afirmou o candidato a Deputado Estadual pelo PT do B, nº 70700.
Amarildo Melo, destacou que a educação é essencial e que só a partir do ensino a população alcança uma vida digna.
Na oportunidade, o engenheiro fez visita política ao Prefeito Flávio Gomes (PR), a presidentes de partidos políticos e a lideranças locais como a dona do Cartório e advogada, Rosa Miyasato.
Amarildo Melo
O engenheiro civil, Amarildo Melo, concorre a uma vaga de Deputado Estadual pelo partido PT do B - nº: 70700, na Coligação Amor Trabalho e Fé, junto com o candidato a governador André Puccinelli (PMDB).
É casado com Reneide Casagrande Melo, possui um filho chamado Pedro, nome dado em homenagem a seu avô que o criou.
O candidato a Deputado Estadual pelo PT do B, Amarildo Melo, enfrentou o frio e foi para as ruas de Bandeirantes pedir votos. Na cidade, ele se reuniu com moradores e apontou a importância do emprego e renda para os jovens. Também destacou que com uma política de fortalecimento empresarial, a classe gera oportunidades de trabalho e novos perfis de empreendedores locais.
“Vim de uma família pobre, nasci em Alagoas e mudei para Campo Grande para morar com meus avós e estudar. Em uma época em que os jovens com menos de 14 anos já trabalhavam comecei logo cedo. Em meu primeiro emprego no Dersul tinha apenas 11 anos”, acrescentou Amarildo Melo que é engenheiro civil, se referindo ao Departamento de Estradas de Rodagem de Mato Grosso do Sul.
Ele ressaltou a importância do trabalho e da garantia de renda para uma boa qualidade de vida. “Trabalho com responsabilidade. Tenho um mandato voltado para a juventude, pois só com a inclusão social e o incentivo ao empreendedorismo, o jovem poderá ter direito ao primeiro emprego”, afirmou o candidato a Deputado Estadual pelo PT do B, nº 70700.
Amarildo Melo, destacou que a educação é essencial e que só a partir do ensino a população alcança uma vida digna.
Na oportunidade, o engenheiro fez visita política ao Prefeito Flávio Gomes (PR), a presidentes de partidos políticos e a lideranças locais como a dona do Cartório e advogada, Rosa Miyasato.
Amarildo Melo
O engenheiro civil, Amarildo Melo, concorre a uma vaga de Deputado Estadual pelo partido PT do B - nº: 70700, na Coligação Amor Trabalho e Fé, junto com o candidato a governador André Puccinelli (PMDB).
É casado com Reneide Casagrande Melo, possui um filho chamado Pedro, nome dado em homenagem a seu avô que o criou.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
DELCÍDIO E MOKA CONSEGUEM R$ 15 MILHÕES PARA COMPRAR TRATORES DESTINADOS A 36 PREFEITURAS
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) e o deputado federal Waldemir Moka (PMDB/MS) viabilizaram junto ao Ministério da Agricultura R$ 15,1 milhões para a compra de motoniveladoras, conhecidas como “patrolas”, que serão entregues a 36 prefeituras, para que elas façam a recuperação e a manutenção das estradas vicinais. Os recursos, que já estão empenhados, foram conseguidos através de emenda assinada pelos dois parlamentares e vão ser repassados à Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural-AGRAER, encarregada de adquirir os equipamentos e entregá-los aos municípios.
“Eu e o Moka trabalhamos durante meses para atingir esse objetivo. Conversamos com os prefeitos e lideranças do setor rural que nos apresentaram a demanda. Depois, fizemos gestões junto ao Ministério da Agricultura, que se sensibilizou com a situação, especialmente depois que mostramos os estragos causados pelas chuvas de verão nas estradas vicinais de várias regiões do estado. Relacionamos todos os pedidos e redigimos uma emenda ao Orçamento da União deste ano, que já foi liberada. Agora, cabe a AGRAER fazer a licitação, adquirir as patrolas e repassá-las aos municípios”, revelou o senador.
Delcídio explicou que as prefeituras têm muita dificuldade para adquirir uma motoniveladora.
“Uma máquina como essa custa muito caro, o que inviabiliza sua aquisição, especialmente para os municípios menores. Por isso, é fundamental a mobilização da bancada e o apoio do governo federal para a compra dos equipamentos, sem os quais a manutenção das estradas de acesso às áreas produtoras, inclusive os assentamentos, ficaria bastante comprometida”, avalia o senador.
O prefeito de Amambai, Dirceu Lanzarini(PR), diz que a motoniveladora vai chegar em boa hora.
“Nós precisamos muito desse equipamento para cuidar não só das estradas vicinais, mas também das ruas não pavimentadas da área urbana. O município é muito grande – 4,4 mil km 2 – e tem uma malha viária enorme. Na verdade, aqui em Amambai a patrola vai ser útil para tudo”, afirma Lanzarini.
Já a prefeita de Itaquiraí, Sandra Cassone (PT) destaca o caráter social do investimento.
“Mais de 2/3 da população do nosso município mora na zona rural. São aproximadamente três mil famílias vivendo em 12 assentamentos da reforma agrária, além de pequenos, médios e grandes produtores rurais em pelo menos 50 fazendas. São 1,2 mil km de estradas vicinais que precisam estar em bom estado de conservação para escoar a produção e permitir o deslocamento das pessoas até as escolas, postos de saúde e os serviços na cidade. Portanto, a motoniveladora que vamos receber é de uma importância fundamental para todo o povo de Itaquiraí”, assegura a prefeita.
“Eu e o Moka trabalhamos durante meses para atingir esse objetivo. Conversamos com os prefeitos e lideranças do setor rural que nos apresentaram a demanda. Depois, fizemos gestões junto ao Ministério da Agricultura, que se sensibilizou com a situação, especialmente depois que mostramos os estragos causados pelas chuvas de verão nas estradas vicinais de várias regiões do estado. Relacionamos todos os pedidos e redigimos uma emenda ao Orçamento da União deste ano, que já foi liberada. Agora, cabe a AGRAER fazer a licitação, adquirir as patrolas e repassá-las aos municípios”, revelou o senador.
Delcídio explicou que as prefeituras têm muita dificuldade para adquirir uma motoniveladora.
“Uma máquina como essa custa muito caro, o que inviabiliza sua aquisição, especialmente para os municípios menores. Por isso, é fundamental a mobilização da bancada e o apoio do governo federal para a compra dos equipamentos, sem os quais a manutenção das estradas de acesso às áreas produtoras, inclusive os assentamentos, ficaria bastante comprometida”, avalia o senador.
O prefeito de Amambai, Dirceu Lanzarini(PR), diz que a motoniveladora vai chegar em boa hora.
“Nós precisamos muito desse equipamento para cuidar não só das estradas vicinais, mas também das ruas não pavimentadas da área urbana. O município é muito grande – 4,4 mil km 2 – e tem uma malha viária enorme. Na verdade, aqui em Amambai a patrola vai ser útil para tudo”, afirma Lanzarini.
Já a prefeita de Itaquiraí, Sandra Cassone (PT) destaca o caráter social do investimento.
“Mais de 2/3 da população do nosso município mora na zona rural. São aproximadamente três mil famílias vivendo em 12 assentamentos da reforma agrária, além de pequenos, médios e grandes produtores rurais em pelo menos 50 fazendas. São 1,2 mil km de estradas vicinais que precisam estar em bom estado de conservação para escoar a produção e permitir o deslocamento das pessoas até as escolas, postos de saúde e os serviços na cidade. Portanto, a motoniveladora que vamos receber é de uma importância fundamental para todo o povo de Itaquiraí”, assegura a prefeita.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Trabalhando em Brasília, Moka é representado pelos suplentes no ato religioso
O candidato ao Senado pela Coligação Amor, Trabalho e Fé, deputado federal Waldemir Moka (PMDB) que está em Brasília participando de reuniões da Comissão Mista de Orçamento para discutir a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi representado pelos seus suplentes Antonieta Trad (PMDB) e Gino Ferreira (DEM) no ato religioso realizado na manhã desta quinta-feira (8) pela coligação. Os suplentes participaram do ato junto do governador André Puccinelli e do prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad.
Sobre o ato religioso promovido pela coligação, a primeira suplente de Moka, Antonieta Trad comentou a importância de se iniciar uma campanha com a benção de Deus, independente da religião que cada candidato possua. “Iniciamos agora uma caminhada em que precisaremos de proteção e sabedoria. Esse ato foi organizado sobretudo para agradecermos a Deus por tudo o que já foi realizado até aqui e para pedirmos que Ele nos ilumine nesta nova etapa que se inicia”, diz.
A reunião religiosa reuniu lideranças das principais religiões do Estado (Igreja Católica, Assembléia de Deus, Universal, Batista, Federação Espírita de Mato Grosso do Sul, Adventista do Sétimo Dia, Vida Nova e Igreja da Graça).
A coligação Amor, Trabalho e Fé conta com um total de 175 candidatos. Além de André e dos candidatos ao senado Waldemir Moka e Murilo Zauith, 131 candidatos vão disputar vagas na Assembleia Legislativa e 41 na Câmara Federal. Dos 24 partidos existentes no Estado, 14 apoiam a reeleição do governador (PMDB, PSDB, DEM, PR, PMN, PSB, PTdoB, PRTB, PPS, PRB, PTB, PTC, PTN e PHS).
“Pretendemos realizar uma campanha marcada por muito trabalho, dinamismo, respeito e se Deus quiser por muita vitória”, concluiu Antonieta.
Sobre o ato religioso promovido pela coligação, a primeira suplente de Moka, Antonieta Trad comentou a importância de se iniciar uma campanha com a benção de Deus, independente da religião que cada candidato possua. “Iniciamos agora uma caminhada em que precisaremos de proteção e sabedoria. Esse ato foi organizado sobretudo para agradecermos a Deus por tudo o que já foi realizado até aqui e para pedirmos que Ele nos ilumine nesta nova etapa que se inicia”, diz.
A reunião religiosa reuniu lideranças das principais religiões do Estado (Igreja Católica, Assembléia de Deus, Universal, Batista, Federação Espírita de Mato Grosso do Sul, Adventista do Sétimo Dia, Vida Nova e Igreja da Graça).
A coligação Amor, Trabalho e Fé conta com um total de 175 candidatos. Além de André e dos candidatos ao senado Waldemir Moka e Murilo Zauith, 131 candidatos vão disputar vagas na Assembleia Legislativa e 41 na Câmara Federal. Dos 24 partidos existentes no Estado, 14 apoiam a reeleição do governador (PMDB, PSDB, DEM, PR, PMN, PSB, PTdoB, PRTB, PPS, PRB, PTB, PTC, PTN e PHS).
“Pretendemos realizar uma campanha marcada por muito trabalho, dinamismo, respeito e se Deus quiser por muita vitória”, concluiu Antonieta.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Serra chama de "incrível" Dilma assinar programa do PT sem ler
FOLHA ONLINE 07/07/2010 - 14h58
MAURÍCIO SIMIONATO
DE JUNDIAÍ
O candidato à Presidência do PSDB, José Serra, disse hoje em Jundiaí (SP), ter achado "incrível" a versão de que sua adversária, a petista Dilma Rousseff, tenha assinado uma versão do programa de governo dela sem ter "dado uma olhada naquilo".
A primeira versão do programa de governo petista foi entregue anteontem no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O documento previa, entre outros pontos, a tributação de grandes fortunas e redução de jornada de trabalho.
Após repercussão na internet, o PT retirou sete horas depois de protocolado o documento e entregou outra versão.
"Eu achei incrível realmente porque você não assina um programa assim, sem dar uma olhada naquilo que tem. Na verdade, eu acho que a proposta era entregar aquele mesmo. Não foi entregue outra versão. Demorou muito. Foi entregue uma versão trabalhada para tirar estas coisas um pouco mais polêmicas que são autenticamente ideias do PT, afinal de contas forma aprovadas em um "congresso do partido", disse Serra.
Dilma deu aval por escrito, página a página, ao programa. Questionada, a campanha da petista afirmou que ela recebeu o texto incorreto e, em meio a toda a papelada de registro da candidatura, acabou colocando sua rubrica de forma protocolar, sem se dar conta do erro.
Serra fez campanha hoje no centro de Jundiaí acompanhado de Geraldo Alckmin (PSDB), candidato ao governo do Estado de São Paulo, e dos candidatos ao Senado da coligação, Orestes Quércia (PMDB) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), entre outros políticos.
A caminhada chegou a provocar tumulto na região central da cidade. Os dois cumprimentaram pessoas e pararam para tirar fotos.
MAURÍCIO SIMIONATO
DE JUNDIAÍ
O candidato à Presidência do PSDB, José Serra, disse hoje em Jundiaí (SP), ter achado "incrível" a versão de que sua adversária, a petista Dilma Rousseff, tenha assinado uma versão do programa de governo dela sem ter "dado uma olhada naquilo".
A primeira versão do programa de governo petista foi entregue anteontem no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O documento previa, entre outros pontos, a tributação de grandes fortunas e redução de jornada de trabalho.
Após repercussão na internet, o PT retirou sete horas depois de protocolado o documento e entregou outra versão.
"Eu achei incrível realmente porque você não assina um programa assim, sem dar uma olhada naquilo que tem. Na verdade, eu acho que a proposta era entregar aquele mesmo. Não foi entregue outra versão. Demorou muito. Foi entregue uma versão trabalhada para tirar estas coisas um pouco mais polêmicas que são autenticamente ideias do PT, afinal de contas forma aprovadas em um "congresso do partido", disse Serra.
Dilma deu aval por escrito, página a página, ao programa. Questionada, a campanha da petista afirmou que ela recebeu o texto incorreto e, em meio a toda a papelada de registro da candidatura, acabou colocando sua rubrica de forma protocolar, sem se dar conta do erro.
Serra fez campanha hoje no centro de Jundiaí acompanhado de Geraldo Alckmin (PSDB), candidato ao governo do Estado de São Paulo, e dos candidatos ao Senado da coligação, Orestes Quércia (PMDB) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), entre outros políticos.
A caminhada chegou a provocar tumulto na região central da cidade. Os dois cumprimentaram pessoas e pararam para tirar fotos.
Dilma usa caminhada em São Paulo para atacar políticas tucanas
No primeiro ato de campanha na capital paulista, petista critica tratamento dispensado a professores
07 de julho de 2010 | 14h 15
Rodrigo Alvares, do estadão.com.br / SÃO PAULO
Com a agenda desta quarta-feira, 7, focada no eleitor paulista, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, aproveitou o lançamento de sua campanha no centro São Paulo para criticar os 16 anos de governo do PSDB no Estado.
"Não podíamos estar em melhor lugar. Aqui foi onde São Paulo começou, no Pátio do Colégio. Não é justo que essa cidade, que escolheu um colégio para começar, trate mal seus professores. É preciso que seja feita a revolução da educação e do conhecimento", disse a petista, numa referência à recente greve dos professores que paralisou as escolas do Estado. Dilma discursou ao lado do candidato do PT ao governo paulista, Aloizio Mercadante.
A disputa pelo voto dos paulistas deve esquentar nesta quarta. Além de Dilma, os outros dois principais candidatos à presidência, o tucano José Serra e a verde Marina Silva, têm agenda no Estado. Depois da caminhada pelo centro de São Paulo, Dilma deverá se encontrar com lideranças de Heliópolis, na zona sul da cidade. Serra, por sua vez, acompanha o candidato do partido ao governo paulista, Geraldo Alckmin, em Jundiaí. Já Marina passou pela Francal, no Anhembi, também na capital.
Numa clara estratégia de ataque à hegemonia tucana no Estado, Dilma também afirmou que os programas de transferência de renda diminuíram em São Paulo. "Me comprometo em ter um programa de saúde pública e de combate ao crime organizado", disse, atenta a duas das principais bandeiras do tucano.
Dilma alfinetou Serra, criticado até por aliados por centralizar todas as decisões de seus mandatos, ao admitir que "não sabe de tudo" e que "não é presunçosa". A petista ainda ironizou o slogan da campanha adversária, de que "o Brasil pode mais". "Eles dizem que podem fazer mais. Como? Quando eles estiveram no governo diziam que iam fazer mais e fizeram menos", atacou.
A petista também promoveu a candidatura de Mercadante ao governo do Estado. "Eu preciso de uma pessoa com as qualidades de Mercadante para transformar São Paulo. Eu me identifico com o povo desse Estado que acorda cedo e trabalha muito", disse.
Usando uma flor vermelha no lado direito do cabelo, a candidata petista chegou à Praça da Sé por volta da 13 horas, acompanhada de seu candidato a vice, Michel Temer, e do ex-ministro da integração Nacional Geddel Vieira Lima, que concorre ao governo da Bahia pelo PMDB.
Tumulto
A petista se aproximou da Catedral da Sé sem um grande aparato de segurança. Assim que os pedestres viram a candidata, correram para cumprimentá-la. O princípio de tumulto levou à formação de um cordão de isolamento em torno da candidata. Dilma ainda se assustou com um rojão que estourou próximo à sua comitiva.
07 de julho de 2010 | 14h 15
Rodrigo Alvares, do estadão.com.br / SÃO PAULO
Com a agenda desta quarta-feira, 7, focada no eleitor paulista, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, aproveitou o lançamento de sua campanha no centro São Paulo para criticar os 16 anos de governo do PSDB no Estado.
"Não podíamos estar em melhor lugar. Aqui foi onde São Paulo começou, no Pátio do Colégio. Não é justo que essa cidade, que escolheu um colégio para começar, trate mal seus professores. É preciso que seja feita a revolução da educação e do conhecimento", disse a petista, numa referência à recente greve dos professores que paralisou as escolas do Estado. Dilma discursou ao lado do candidato do PT ao governo paulista, Aloizio Mercadante.
A disputa pelo voto dos paulistas deve esquentar nesta quarta. Além de Dilma, os outros dois principais candidatos à presidência, o tucano José Serra e a verde Marina Silva, têm agenda no Estado. Depois da caminhada pelo centro de São Paulo, Dilma deverá se encontrar com lideranças de Heliópolis, na zona sul da cidade. Serra, por sua vez, acompanha o candidato do partido ao governo paulista, Geraldo Alckmin, em Jundiaí. Já Marina passou pela Francal, no Anhembi, também na capital.
Numa clara estratégia de ataque à hegemonia tucana no Estado, Dilma também afirmou que os programas de transferência de renda diminuíram em São Paulo. "Me comprometo em ter um programa de saúde pública e de combate ao crime organizado", disse, atenta a duas das principais bandeiras do tucano.
Dilma alfinetou Serra, criticado até por aliados por centralizar todas as decisões de seus mandatos, ao admitir que "não sabe de tudo" e que "não é presunçosa". A petista ainda ironizou o slogan da campanha adversária, de que "o Brasil pode mais". "Eles dizem que podem fazer mais. Como? Quando eles estiveram no governo diziam que iam fazer mais e fizeram menos", atacou.
A petista também promoveu a candidatura de Mercadante ao governo do Estado. "Eu preciso de uma pessoa com as qualidades de Mercadante para transformar São Paulo. Eu me identifico com o povo desse Estado que acorda cedo e trabalha muito", disse.
Usando uma flor vermelha no lado direito do cabelo, a candidata petista chegou à Praça da Sé por volta da 13 horas, acompanhada de seu candidato a vice, Michel Temer, e do ex-ministro da integração Nacional Geddel Vieira Lima, que concorre ao governo da Bahia pelo PMDB.
Tumulto
A petista se aproximou da Catedral da Sé sem um grande aparato de segurança. Assim que os pedestres viram a candidata, correram para cumprimentá-la. O princípio de tumulto levou à formação de um cordão de isolamento em torno da candidata. Dilma ainda se assustou com um rojão que estourou próximo à sua comitiva.
Delcídio viabiliza R$ 1,2 milhão para produtores de seis municípios
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) conseguiu do Ministério do Desenvolvimento Agrário R$ 1,2 milhão para a compra de resfriadores de leite e implementos agrícolas destinados a pequenos produtores rurais dos municípios de Três Lagoas, Glória de Dourados, Iguatemi, Caarapó, Sidrolândia e Nova Alvorada do Sul. Os recursos foram viabilizados pelo parlamentar, com o apoio do ex-deputado federal João Grandão.
“Acertamos com o ministro Guilherme Cassel o empenho dos recursos, que já foi feito e garante sua destinação às entidades beneficiadas, mas, em função da legislação eleitoral, a licitação para a compra dos equipamentos só deverá ocorrer depois das eleições”, explicou o senador.
Delcídio destacou o trabalho do ex-deputado para a viabilização dos recursos.
“A participação do João Grandão nesse processo foi muito importante pois ele trabalhou por 5 anos na Comissão de Orçamento da Câmara e nos auxiliou a encontrar as janelas orçamentárias utilizadas para alocar os recursos. Isso permitiu , inclusive, ampliar as verbas do programa Territórios da Cidadania, do Ministério do Desenvolvimento Agrário”, disse o senador. O programa estimula a produção agrícola, através da promoção de melhorias para os pequenos produtores.
Os recursos viabilizados por Delcídio serão investidos na compra de um trator para os produtores do cinturão verde de Três Lagoas (R$ 104 mil) , um resfriador de leite para duas associações de produtores de Glória de Dourados (R$ 104 mil) , um trator e uma plantadeira para a comunidade de pequenos agricultores de Caarapó (R$ 146 mil) , um resfriador de leite para Iguatemi (R$ 104 mil), dois resfriadores de leite e implementos agrícolas para Sidrolândia (R$ 400 mil) e Nova Alvorada Sul (R$ 320 mil).
“Acertamos com o ministro Guilherme Cassel o empenho dos recursos, que já foi feito e garante sua destinação às entidades beneficiadas, mas, em função da legislação eleitoral, a licitação para a compra dos equipamentos só deverá ocorrer depois das eleições”, explicou o senador.
Delcídio destacou o trabalho do ex-deputado para a viabilização dos recursos.
“A participação do João Grandão nesse processo foi muito importante pois ele trabalhou por 5 anos na Comissão de Orçamento da Câmara e nos auxiliou a encontrar as janelas orçamentárias utilizadas para alocar os recursos. Isso permitiu , inclusive, ampliar as verbas do programa Territórios da Cidadania, do Ministério do Desenvolvimento Agrário”, disse o senador. O programa estimula a produção agrícola, através da promoção de melhorias para os pequenos produtores.
Os recursos viabilizados por Delcídio serão investidos na compra de um trator para os produtores do cinturão verde de Três Lagoas (R$ 104 mil) , um resfriador de leite para duas associações de produtores de Glória de Dourados (R$ 104 mil) , um trator e uma plantadeira para a comunidade de pequenos agricultores de Caarapó (R$ 146 mil) , um resfriador de leite para Iguatemi (R$ 104 mil), dois resfriadores de leite e implementos agrícolas para Sidrolândia (R$ 400 mil) e Nova Alvorada Sul (R$ 320 mil).
terça-feira, 6 de julho de 2010
TSE libera apoio de candidatos presidenciais nas campanhas estaduais
Flexibilidade valerá até o início de agosto, após o término do recesso do Judiciário, quando o tribunal vai tomar uma decisão definitiva
06 de julho de 2010 | 20h 09
Vannildo Mendes/BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou os partidos a usar livremente nas campanhas estaduais a imagem, a voz e o apoio de candidatos presidenciais, mesmo que pertençam a uma aliança nacional diferente. A ampla flexibilidade valerá até o início de agosto, após o término do recesso do Judiciário, quando o tribunal voltará a deliberar sobre o tema e tomar uma decisão definitiva.
A proibição do uso de apoios diferentes da coligação nacional, aprovada na semana passada pelo TSE, causou uma rebelião nos partidos, que fizeram mesclas estaduais múltiplas, conforme as conveniências regionais. Eles viram na medida a volta da verticalização partidária, derrubada desde 2006. Diante da gritaria, o tribunal suspendeu a publicação do acórdão e, portanto, a entrada em vigor da restrição.
A formalização política do adiamento, vez que a não publicação do acórdão já não deixava dúvidas, da decisão foi acertado em reunião dos partidos com o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, também favorável à revisão da matéria. “Parabenizo o TSE por entender que a decisão era inadequada e pode ser corrigida’, comemorou o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). “A constituição não verticaliza a campanha eleitoral”, lembrou.
Para o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), o jogo está zerado, fica valendo a situação anterior e não haverá decisão sobre o tema até agosto. “Os líderes vão fazer ampla consulta partidária para formular uma proposta que contribua para uma nova regra o mais consensual e justa possível”, explicou. “A realidade vai se impor e no fim prevalecerá o bom senso”.
Participaram da reunião também representantes do PSDB, PSB, PSOL, PV e PR. Os partidos entenderam que a medida ressuscita a verticalização eleitoral, que colocava camisa de força sobre as alianças regionais, obrigando os candidatos nos estados a seguirem a aliança nacional das legendas em torno da candidatura para presidente. Eles querem uma fórmula que impeça que a coligação nacional quebre as alianças regionais.
06 de julho de 2010 | 20h 09
Vannildo Mendes/BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou os partidos a usar livremente nas campanhas estaduais a imagem, a voz e o apoio de candidatos presidenciais, mesmo que pertençam a uma aliança nacional diferente. A ampla flexibilidade valerá até o início de agosto, após o término do recesso do Judiciário, quando o tribunal voltará a deliberar sobre o tema e tomar uma decisão definitiva.
A proibição do uso de apoios diferentes da coligação nacional, aprovada na semana passada pelo TSE, causou uma rebelião nos partidos, que fizeram mesclas estaduais múltiplas, conforme as conveniências regionais. Eles viram na medida a volta da verticalização partidária, derrubada desde 2006. Diante da gritaria, o tribunal suspendeu a publicação do acórdão e, portanto, a entrada em vigor da restrição.
A formalização política do adiamento, vez que a não publicação do acórdão já não deixava dúvidas, da decisão foi acertado em reunião dos partidos com o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, também favorável à revisão da matéria. “Parabenizo o TSE por entender que a decisão era inadequada e pode ser corrigida’, comemorou o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). “A constituição não verticaliza a campanha eleitoral”, lembrou.
Para o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), o jogo está zerado, fica valendo a situação anterior e não haverá decisão sobre o tema até agosto. “Os líderes vão fazer ampla consulta partidária para formular uma proposta que contribua para uma nova regra o mais consensual e justa possível”, explicou. “A realidade vai se impor e no fim prevalecerá o bom senso”.
Participaram da reunião também representantes do PSDB, PSB, PSOL, PV e PR. Os partidos entenderam que a medida ressuscita a verticalização eleitoral, que colocava camisa de força sobre as alianças regionais, obrigando os candidatos nos estados a seguirem a aliança nacional das legendas em torno da candidatura para presidente. Eles querem uma fórmula que impeça que a coligação nacional quebre as alianças regionais.
Em Brasília, Delcídio participa do esforço concentrado no Congresso
Em Brasília, Delcídio participa do esforço concentrado no Congresso
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) viajou para Brasília, onde participa do esforço concentrado do Congresso para votar, até quinta-feira, projetos de interesse da população, entre eles o que autoriza a União a criar uma empresa estatal para gerir os contratos de partilha de produção e comercialização de petróleo e gás natural na área do pré-sal, sob novo modelo proposto pelo governo. Originalmente chamada de Petro-Sal, a empresa deverá ser rebatizada para Pré-Sal Petróleo S.A.
“Tive que adiar por alguns dias o início da minha campanha à reeleição porque a aprovação de projetos como o de criação da Pré-Sal Petróleo S.A. é muito importante para o Brasil. Além de aperfeiçoar a tecnologia brasileira de exploração do petróleo e abrir novas perspectivas para a indústria nacional, gerando milhares de empregos, ela vai produzir riquezas para o país, o que, por conseguinte, significa, no futuro, mais recursos a serem destinados aos estados e municípios”, avalia o senador, que deve retornar a Mato Grosso do Sul somente na sexta-feira.
Além da criação da nova estatal, devem ser votados ainda esta semana o projeto que reestrutura o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e várias PECs (Propostas de Emenda à Constituição), entre elas a que, para a efetivação do divórcio, suprime o requisito de prévia separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos, além da PEC que trata da proteção dos direitos econômicos, sociais e culturais da juventude, conhecida como "PEC da Juventude", e a que estende os benefícios da Zona Franca de Manaus por mais 10 anos.
No esforço concentrado, os parlamentares vão votar também indicações de autoridades para diferentes funções públicas, que não podem ser adiadas. A partir da próxima semana, o foco do Senado e da Câmara dos Deputados deverá ser a votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2011, sem o qual o Congresso fica impedido de entrar em recesso.
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) viajou para Brasília, onde participa do esforço concentrado do Congresso para votar, até quinta-feira, projetos de interesse da população, entre eles o que autoriza a União a criar uma empresa estatal para gerir os contratos de partilha de produção e comercialização de petróleo e gás natural na área do pré-sal, sob novo modelo proposto pelo governo. Originalmente chamada de Petro-Sal, a empresa deverá ser rebatizada para Pré-Sal Petróleo S.A.
“Tive que adiar por alguns dias o início da minha campanha à reeleição porque a aprovação de projetos como o de criação da Pré-Sal Petróleo S.A. é muito importante para o Brasil. Além de aperfeiçoar a tecnologia brasileira de exploração do petróleo e abrir novas perspectivas para a indústria nacional, gerando milhares de empregos, ela vai produzir riquezas para o país, o que, por conseguinte, significa, no futuro, mais recursos a serem destinados aos estados e municípios”, avalia o senador, que deve retornar a Mato Grosso do Sul somente na sexta-feira.
Além da criação da nova estatal, devem ser votados ainda esta semana o projeto que reestrutura o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e várias PECs (Propostas de Emenda à Constituição), entre elas a que, para a efetivação do divórcio, suprime o requisito de prévia separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos, além da PEC que trata da proteção dos direitos econômicos, sociais e culturais da juventude, conhecida como "PEC da Juventude", e a que estende os benefícios da Zona Franca de Manaus por mais 10 anos.
No esforço concentrado, os parlamentares vão votar também indicações de autoridades para diferentes funções públicas, que não podem ser adiadas. A partir da próxima semana, o foco do Senado e da Câmara dos Deputados deverá ser a votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2011, sem o qual o Congresso fica impedido de entrar em recesso.
Projeto de Junior Mochi obriga empresas a
Projeto de Junior Mochi obriga empresas a
enviarem contrato impresso ao consumidor
O deputado Junior Mochi (PMDB) apresentou hoje (6) proposta de Projeto de Lei que obriga prestadores de serviços e fornecedores de produtos, com sede, filial ou representação em Mato Grosso do Sul, que celebrarem contrato com consumidor por meio de centrais de atendimento, a enviarem cópia impressa de contrato ao cliente.
A proposta, que foi apresentada durante sessão plenária, visa assegurar ao consumidor mais segurança na negociação feita com as empresas. De acordo com o deputado, o prestador de serviço que celebrar contrato por telefone ou internet será obrigado a enviar para o endereço do consumidor uma cópia do contrato e ainda fica responsável pela comprovação da entrega do documento ao cliente.
Já o cliente, pode desistir do contrato no prazo de sete dias a contar da data de recebimento do documento, conforme garante o Código de Defesa do Consumidor. Em caso de descumprimento da lei, o fornecedor poderá receber multa de até 12 vezes o valor da mensalidade contratada ou quatro vezes o valor do produto adquirido.
“Últimos levantamentos do Procon apontam que as empresas Brasil Telecom, Enersul e Águas Guariroba foram as que mais registraram reclamações em Mato Grosso do Sul, no ano de 2009. Assim, o intuito da lei estaria sendo atendido na medida em que abrangesse os maiores violadores dos direitos do consumidor, que são as empresas concessionárias de serviços públicos”, justificou o deputado Junior Mochi.
enviarem contrato impresso ao consumidor
O deputado Junior Mochi (PMDB) apresentou hoje (6) proposta de Projeto de Lei que obriga prestadores de serviços e fornecedores de produtos, com sede, filial ou representação em Mato Grosso do Sul, que celebrarem contrato com consumidor por meio de centrais de atendimento, a enviarem cópia impressa de contrato ao cliente.
A proposta, que foi apresentada durante sessão plenária, visa assegurar ao consumidor mais segurança na negociação feita com as empresas. De acordo com o deputado, o prestador de serviço que celebrar contrato por telefone ou internet será obrigado a enviar para o endereço do consumidor uma cópia do contrato e ainda fica responsável pela comprovação da entrega do documento ao cliente.
Já o cliente, pode desistir do contrato no prazo de sete dias a contar da data de recebimento do documento, conforme garante o Código de Defesa do Consumidor. Em caso de descumprimento da lei, o fornecedor poderá receber multa de até 12 vezes o valor da mensalidade contratada ou quatro vezes o valor do produto adquirido.
“Últimos levantamentos do Procon apontam que as empresas Brasil Telecom, Enersul e Águas Guariroba foram as que mais registraram reclamações em Mato Grosso do Sul, no ano de 2009. Assim, o intuito da lei estaria sendo atendido na medida em que abrangesse os maiores violadores dos direitos do consumidor, que são as empresas concessionárias de serviços públicos”, justificou o deputado Junior Mochi.
Dilma e Serra iniciam campanha no Sul do país
06/07/2010 18h44 - Atualizado em 06/07/2010 18h50 G1
Petista recebeu homenagem e visitou mercado público em Curitiba.
Tucano caminhou ao lado de aliados; Marina inaugurou comitê domiciliar.
Do G1, em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo
imprimir No primeiro dia da campanha eleitoral, nesta terça-feira (6), o tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff, candidatos à Presidência da República, partiram para o corpo a corpo com eleitores na região Sul do país. O ex-governador de São Paulo visitou Curitiba e a ex-ministra, Porto Alegre. A candidata do PV, Marina Silva, inaugurou um "comitê domiciliar" na Zona Sul da capital paulista.
Em Curitiba, Serra participou de uma caminhada ao lado do ex-prefeito Beto Richa (PSDB), candidato ao governo estadual, e de lideranças regionais. Uma queima de fogos anunciou sua chegada.
Durante o percurso de cerca de 2 km, ele cumprimentou funcionários de uma loja de calçados, fez o tradicional V da vitória e partiu para o corpo a corpo com militantes.
Em entrevista, ele criticou a adversária petista, afirmando que Dilma “não sabe por que quer ser presidente”.
Dilma
Ao chegar a Porto Alegre, Dilma foi homenageada na Assembleia Legislativa. Participou em seguida de comício no centro da cidade. Depois, fez uma caminhada ao lado de políticos aliados até o mercado público no centro da capital gaúcha, onde ensaiou seu primeiro corpo a corpo de campanha. No mercado, desistiu de almoçar devido à grande quantidade de pessoas no local.
Dilma Rousseff e Tarso Genro participam do 1º dia
de campanha no RS (Foto: AE)Ela comentou o episódio envolvendo a troca de seu programa de governo. O documento protocolado inicialmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) previa a taxação de fortunas, entre outros temas propostos no congresso do PT, em fevereiro.
Depois, foi trocado por outro, sem pontos polêmicos. A candidata afirmou que vai incorporar sugestões de outros partidos no programa e disse que não tem o compromisso de aproveitar todas as propostas do congresso do partido.
Marina
Marina Silva participou da inauguração de um "comitê domiciliar" no bairro do Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo. O comitê, chamado "Casa de Marina", é uma estratégia da campanha do PV para estimular a divulgação das propostas da candidata.
Marina chegou ao local acompanhada de seu candidato a vice, o empresário Guilherme Leal. Ela disse que o projeto dos comitês domiciliares é competitivo e fez críticas indiretas às campanhas adversárias.
"Quem foi que disse que isso não é competitivo, que só é competitiva a política massacrante com rios de dinheiro sem envolvimento com as pessoas?” Marina afirmou ainda apostar na internet para compensar o pouco tempo que terá na propaganda eleitoral na TV e no rádio.
Petista recebeu homenagem e visitou mercado público em Curitiba.
Tucano caminhou ao lado de aliados; Marina inaugurou comitê domiciliar.
Do G1, em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo
imprimir No primeiro dia da campanha eleitoral, nesta terça-feira (6), o tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff, candidatos à Presidência da República, partiram para o corpo a corpo com eleitores na região Sul do país. O ex-governador de São Paulo visitou Curitiba e a ex-ministra, Porto Alegre. A candidata do PV, Marina Silva, inaugurou um "comitê domiciliar" na Zona Sul da capital paulista.
Em Curitiba, Serra participou de uma caminhada ao lado do ex-prefeito Beto Richa (PSDB), candidato ao governo estadual, e de lideranças regionais. Uma queima de fogos anunciou sua chegada.
Durante o percurso de cerca de 2 km, ele cumprimentou funcionários de uma loja de calçados, fez o tradicional V da vitória e partiu para o corpo a corpo com militantes.
Em entrevista, ele criticou a adversária petista, afirmando que Dilma “não sabe por que quer ser presidente”.
Dilma
Ao chegar a Porto Alegre, Dilma foi homenageada na Assembleia Legislativa. Participou em seguida de comício no centro da cidade. Depois, fez uma caminhada ao lado de políticos aliados até o mercado público no centro da capital gaúcha, onde ensaiou seu primeiro corpo a corpo de campanha. No mercado, desistiu de almoçar devido à grande quantidade de pessoas no local.
Dilma Rousseff e Tarso Genro participam do 1º dia
de campanha no RS (Foto: AE)Ela comentou o episódio envolvendo a troca de seu programa de governo. O documento protocolado inicialmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) previa a taxação de fortunas, entre outros temas propostos no congresso do PT, em fevereiro.
Depois, foi trocado por outro, sem pontos polêmicos. A candidata afirmou que vai incorporar sugestões de outros partidos no programa e disse que não tem o compromisso de aproveitar todas as propostas do congresso do partido.
Marina
Marina Silva participou da inauguração de um "comitê domiciliar" no bairro do Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo. O comitê, chamado "Casa de Marina", é uma estratégia da campanha do PV para estimular a divulgação das propostas da candidata.
Marina chegou ao local acompanhada de seu candidato a vice, o empresário Guilherme Leal. Ela disse que o projeto dos comitês domiciliares é competitivo e fez críticas indiretas às campanhas adversárias.
"Quem foi que disse que isso não é competitivo, que só é competitiva a política massacrante com rios de dinheiro sem envolvimento com as pessoas?” Marina afirmou ainda apostar na internet para compensar o pouco tempo que terá na propaganda eleitoral na TV e no rádio.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Eleição em MS terá 352 candidatos a deputado
Segunda-feira, 05 de Julho de 2010 18:53
Jorge Almoas e Paulo Fernandes (www.campograndenews.com.br)
A disputa para as vagas na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados terá 352 nomes à disposição dos eleitores para o pleito de outubro próximo. A coligação do governador André Puccinelli (PMDB) é a que terá mais nomes, sendo 196 entre estadual e federal, e o PSOL levará somente 16 candidatos para as urnas.
A chapa do governador André Puccinelli formada por 16 partidos terá 151 candidatos a deputado estadual e 45 disputando uma das oito vagas na Câmara Federal. Cada candidato do PMDB a deputado federal terá teto de gasto de R$ 2 milhões. Já os candidatos da sigla à Assembleia Legislativa poderão utilizar até R$ 1,5 milhão na campanha.
A coligação é formada por 14 partidos: PMDB, PSDB, DEM, PR, PT do B, PRTB, PPS, PRB, PHS, PMN, PTC, PTN, PTB e PSB. Das siglas que compõem o grupo, apenas o PR divulgou quais os tetos para cada candidato a federal (R$ 3 milhões) e estadual (R$ 1,5 milhão).
Para a campanha de reeleição de Puccinelli, o gasto será de até R$ 20 milhões. O PMDB estabeleceu em R$ 7 milhões o teto de gasto para eleger o atual deputado federal Waldemir Moka como senador da República.
A chapa encabeçada pelo ex-governador Zeca do PT levará 116 candidatos para a disputa a deputado estadual. Para a Câmara Federal, a coligação terá 24 candidatos. Cada candidato a deputado federal terá teto de R$ 3 milhões para a campanha e para eleger Zeca novamente governador, o gasto máximo pode ser de R$ 16 milhões.
A campanha para manter Delícidio do Amaral no Senado tem teto de R$ 6 milhões. A coligação é composta por nove partidos: PT, PDT, PV, PP, PSL, PSDC, PRP, PC do B e PSC.
O PSOL, que lançou o nome de Ney Braga para governador do Estado, pretende investir até R$ 250 mil na campanha para o governo, com teto de R$ 250 mil para os dois candidatos ao Senado, Jorge Batista e Professor Washington.
A sigla registrou a candidatura de quatro candidatos a deputado federal e 12 para a Assembleia Legislativa. A soma dos tetos para os candidatos a Câmara chega a R$ 250 mil. No caso dos nomes para deputado estadual o teto total soma R$ 1 milhão.
Jorge Almoas e Paulo Fernandes (www.campograndenews.com.br)
A disputa para as vagas na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados terá 352 nomes à disposição dos eleitores para o pleito de outubro próximo. A coligação do governador André Puccinelli (PMDB) é a que terá mais nomes, sendo 196 entre estadual e federal, e o PSOL levará somente 16 candidatos para as urnas.
A chapa do governador André Puccinelli formada por 16 partidos terá 151 candidatos a deputado estadual e 45 disputando uma das oito vagas na Câmara Federal. Cada candidato do PMDB a deputado federal terá teto de gasto de R$ 2 milhões. Já os candidatos da sigla à Assembleia Legislativa poderão utilizar até R$ 1,5 milhão na campanha.
A coligação é formada por 14 partidos: PMDB, PSDB, DEM, PR, PT do B, PRTB, PPS, PRB, PHS, PMN, PTC, PTN, PTB e PSB. Das siglas que compõem o grupo, apenas o PR divulgou quais os tetos para cada candidato a federal (R$ 3 milhões) e estadual (R$ 1,5 milhão).
Para a campanha de reeleição de Puccinelli, o gasto será de até R$ 20 milhões. O PMDB estabeleceu em R$ 7 milhões o teto de gasto para eleger o atual deputado federal Waldemir Moka como senador da República.
A chapa encabeçada pelo ex-governador Zeca do PT levará 116 candidatos para a disputa a deputado estadual. Para a Câmara Federal, a coligação terá 24 candidatos. Cada candidato a deputado federal terá teto de R$ 3 milhões para a campanha e para eleger Zeca novamente governador, o gasto máximo pode ser de R$ 16 milhões.
A campanha para manter Delícidio do Amaral no Senado tem teto de R$ 6 milhões. A coligação é composta por nove partidos: PT, PDT, PV, PP, PSL, PSDC, PRP, PC do B e PSC.
O PSOL, que lançou o nome de Ney Braga para governador do Estado, pretende investir até R$ 250 mil na campanha para o governo, com teto de R$ 250 mil para os dois candidatos ao Senado, Jorge Batista e Professor Washington.
A sigla registrou a candidatura de quatro candidatos a deputado federal e 12 para a Assembleia Legislativa. A soma dos tetos para os candidatos a Câmara chega a R$ 250 mil. No caso dos nomes para deputado estadual o teto total soma R$ 1 milhão.
Dilma registra candidatura e prevê gasto de R$ 187 mi na campanha
05/07/2010 12h02 - Atualizado em 05/07/2010 14h12
Petista declarou patrimônio de pouco mais de R$ 1 milhão.
Vice Michel Temer (PMDB) informou ter patrimônio de R$ 6 milhões.
Robson Bonin
Do G1, em Brasília
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, apresentou nesta segunda-feira (5), por volta de 11h30, o pedido de registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O gasto estimado para a campanha é de R$ 187 milhões: o PT prevê gastar R$ 157 milhões e o PMDB, do vice Michel Temer, R$ 30 milhões.
Protocolado oito horas antes de se encerrar o prazo para formalização das candidaturas na Justiça Eleitoral, o documento traz a declaração de bens da petista, que diz possuir bens no valor de R$ 1.066.347,47, e de seu vice, o deputado Michel Temer (PMDB-SP), que declarou patrimônio de R$ 6.052.779,19.
Dilma declarou ter uma casa em Porto Alegre, três apartamentos, sendo dois na capital gaúcha e um em Belo Horizonte, um terreno, também em Porto Alegre, além de um automóvel Fiat Tipo avaliado em R$ 30 mil. Ela também informou R$ 46 mil em poupança e R$ 52 mil em joias e obras de arte. Segundo o advogado que protocolou a lista de bens da candidata, o apartamento da capital mineira seria herança.
Com uma lista bem mais extensa de patrimônio, o vice Michel Temer declarou, entre outros itens, ter um prédio avaliado em R$ 722 mil na capital paulista, um automóvel Audi avaliado em R$ 282 mil, além de salas comerciais, apartamentos, lotes, participações em fundos financeiros, depósitos bancários e ativos imobiliários avaliados em R$ 2,2 milhões.
Os políticos têm até 19h desta segunda para apresentar o pedido de registro ao TSE. Com o protocolo da chapa petista, o processo será entregue à relatoria de um dos ministros do tribunal, que irá analisar os documentos apresentados por Dilma e Temer para decidir se concede ou não o registro de candidatura.
saiba mais
Pesquisa Ibope mostra empate entre Serra e Dilma, ambos com 39%Custo de campanhas pode até dobrar estimam políticos e analistas
O TSE analisa apenas os registros de candidaturas à Presidência. Os pedidos de candidatos aos demais cargos são encaminhados ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado. Para se habilitarem ao pleito de outubro, os concorrentes ao Palácio do Planalto e aos governos estaduais devem apresentar ao TSE e aos TREs a plataforma de governo, a previsão de gastos para a campanha, a certidão criminal e a declaração de bens, assim como a foto que será utilizada na urna eletrônica.
O TSE tem até 5 de agosto para decidir e publicar as decisões sobre todos os pedidos de registro de candidatura recebidos. Caso a solicitação seja negada, o TSE tem até 19 de agosto para julgar eventuais recursos. Uma lista prévia com todos os políticos que solicitaram registro será divulgada no dia 8 julho pela Justiça Eleitoral e os candidatos que não estiverem no levantamento poderão solicitar sua inclusão até o dia 10 do mesmo mês.
Plano de governo
A coligação “Para o Brasil Seguir Mudando” é composta por dez partidos – PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PCdoB, PRB, PTN, PSC e PTC – e apresentou um plano de governo de 17 páginas ao TSE. Entre os eixos de campanha, o plano listou prioridades para estruturar o desenvolvimento econômico como “combate às desigualdades raciais, sociais e regionais, promoção da sustentabilidade ambiental”
A plataforma também prevê investimento em “crédito, ciência e inovação tecnológica a serviço de um novo desenvolvimento” e defende “infraestrutura para impulsionar o desenvolvimento agrícola, industrial e comercial do país”.
Na área de meio ambiente, o plano de governo de Dilma fala em “desenvolvimento ambiental sustentável”. “O desenvolvimento econômico deve ter como premissa a sustentabilidade ambiental.”
Na educação, o documento fala em ensino de “qualidade, ciência e tecnologia para construir uma sociedade do conhecimento”. Para a saúde, prevê “acesso universal e de qualidade aos serviços de saúde”.
O plano fala ainda em desenvolvimento social, presença do Brasil no mundo e “acesso à comunicação, socialização dos bens culturais, valorização da produção cultural e estímulo ao debate de ideias”.
Marina
Primeira a pedir o registro para concorrer, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, declarou um patrimônio de R$ 149,2 mil ao fazer o registro de sua candidatura no TSE na quinta-feira (1º). O vice dela, o empresário Guilherme Leal, declarou possuir R$ 1,19 bilhão – cifra 8 mil vezes superior ao patrimônio declarado de Marina. O PV prevê um gasto de R$ 90 milhões durante a campanha.
Em sua declaração, Marina diz ser dona de uma casa em Rio Branco, no Acre, avaliada em R$ 60 mil, e de seis lotes, que juntos somam uma área de 16.197 m² e valem R$ 42.471. A candidata declarou ainda ter R$ 46.782,88 depositados em conta bancária.
Leal, por sua vez, é dono de vários imóveis em áreas nobres da cidade de São Paulo, ações de empresas, entre elas da Natura, da qual se afastou do comando para concorrer nas eleições, veículos, barco, aplicações em fundos de investimentos e contas correntes no Brasil e no exterior. Ele também declarou ter joias e obras de arte em seu patrimônio.
Serra
O candidato do PSDB, José Serra, ainda não apresentou o pedido de registro ao TSE. O PSDB deve protocolar até 19h os documentos necessários para concorrer nas eleições de outubro.
Petista declarou patrimônio de pouco mais de R$ 1 milhão.
Vice Michel Temer (PMDB) informou ter patrimônio de R$ 6 milhões.
Robson Bonin
Do G1, em Brasília
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, apresentou nesta segunda-feira (5), por volta de 11h30, o pedido de registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O gasto estimado para a campanha é de R$ 187 milhões: o PT prevê gastar R$ 157 milhões e o PMDB, do vice Michel Temer, R$ 30 milhões.
Protocolado oito horas antes de se encerrar o prazo para formalização das candidaturas na Justiça Eleitoral, o documento traz a declaração de bens da petista, que diz possuir bens no valor de R$ 1.066.347,47, e de seu vice, o deputado Michel Temer (PMDB-SP), que declarou patrimônio de R$ 6.052.779,19.
Dilma declarou ter uma casa em Porto Alegre, três apartamentos, sendo dois na capital gaúcha e um em Belo Horizonte, um terreno, também em Porto Alegre, além de um automóvel Fiat Tipo avaliado em R$ 30 mil. Ela também informou R$ 46 mil em poupança e R$ 52 mil em joias e obras de arte. Segundo o advogado que protocolou a lista de bens da candidata, o apartamento da capital mineira seria herança.
Com uma lista bem mais extensa de patrimônio, o vice Michel Temer declarou, entre outros itens, ter um prédio avaliado em R$ 722 mil na capital paulista, um automóvel Audi avaliado em R$ 282 mil, além de salas comerciais, apartamentos, lotes, participações em fundos financeiros, depósitos bancários e ativos imobiliários avaliados em R$ 2,2 milhões.
Os políticos têm até 19h desta segunda para apresentar o pedido de registro ao TSE. Com o protocolo da chapa petista, o processo será entregue à relatoria de um dos ministros do tribunal, que irá analisar os documentos apresentados por Dilma e Temer para decidir se concede ou não o registro de candidatura.
saiba mais
Pesquisa Ibope mostra empate entre Serra e Dilma, ambos com 39%Custo de campanhas pode até dobrar estimam políticos e analistas
O TSE analisa apenas os registros de candidaturas à Presidência. Os pedidos de candidatos aos demais cargos são encaminhados ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado. Para se habilitarem ao pleito de outubro, os concorrentes ao Palácio do Planalto e aos governos estaduais devem apresentar ao TSE e aos TREs a plataforma de governo, a previsão de gastos para a campanha, a certidão criminal e a declaração de bens, assim como a foto que será utilizada na urna eletrônica.
O TSE tem até 5 de agosto para decidir e publicar as decisões sobre todos os pedidos de registro de candidatura recebidos. Caso a solicitação seja negada, o TSE tem até 19 de agosto para julgar eventuais recursos. Uma lista prévia com todos os políticos que solicitaram registro será divulgada no dia 8 julho pela Justiça Eleitoral e os candidatos que não estiverem no levantamento poderão solicitar sua inclusão até o dia 10 do mesmo mês.
Plano de governo
A coligação “Para o Brasil Seguir Mudando” é composta por dez partidos – PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PCdoB, PRB, PTN, PSC e PTC – e apresentou um plano de governo de 17 páginas ao TSE. Entre os eixos de campanha, o plano listou prioridades para estruturar o desenvolvimento econômico como “combate às desigualdades raciais, sociais e regionais, promoção da sustentabilidade ambiental”
A plataforma também prevê investimento em “crédito, ciência e inovação tecnológica a serviço de um novo desenvolvimento” e defende “infraestrutura para impulsionar o desenvolvimento agrícola, industrial e comercial do país”.
Na área de meio ambiente, o plano de governo de Dilma fala em “desenvolvimento ambiental sustentável”. “O desenvolvimento econômico deve ter como premissa a sustentabilidade ambiental.”
Na educação, o documento fala em ensino de “qualidade, ciência e tecnologia para construir uma sociedade do conhecimento”. Para a saúde, prevê “acesso universal e de qualidade aos serviços de saúde”.
O plano fala ainda em desenvolvimento social, presença do Brasil no mundo e “acesso à comunicação, socialização dos bens culturais, valorização da produção cultural e estímulo ao debate de ideias”.
Marina
Primeira a pedir o registro para concorrer, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, declarou um patrimônio de R$ 149,2 mil ao fazer o registro de sua candidatura no TSE na quinta-feira (1º). O vice dela, o empresário Guilherme Leal, declarou possuir R$ 1,19 bilhão – cifra 8 mil vezes superior ao patrimônio declarado de Marina. O PV prevê um gasto de R$ 90 milhões durante a campanha.
Em sua declaração, Marina diz ser dona de uma casa em Rio Branco, no Acre, avaliada em R$ 60 mil, e de seis lotes, que juntos somam uma área de 16.197 m² e valem R$ 42.471. A candidata declarou ainda ter R$ 46.782,88 depositados em conta bancária.
Leal, por sua vez, é dono de vários imóveis em áreas nobres da cidade de São Paulo, ações de empresas, entre elas da Natura, da qual se afastou do comando para concorrer nas eleições, veículos, barco, aplicações em fundos de investimentos e contas correntes no Brasil e no exterior. Ele também declarou ter joias e obras de arte em seu patrimônio.
Serra
O candidato do PSDB, José Serra, ainda não apresentou o pedido de registro ao TSE. O PSDB deve protocolar até 19h os documentos necessários para concorrer nas eleições de outubro.
Dilma registra candidatura e prevê gasto de R$ 187 mi na campanha
05/07/2010 12h02 - Atualizado em 05/07/2010 14h12 G1
Petista declarou patrimônio de pouco mais de R$ 1 milhão.
Vice Michel Temer (PMDB) informou ter patrimônio de R$ 6 milhões.
Robson Bonin
Do G1, em Brasília
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, apresentou nesta segunda-feira (5), por volta de 11h30, o pedido de registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O gasto estimado para a campanha é de R$ 187 milhões: o PT prevê gastar R$ 157 milhões e o PMDB, do vice Michel Temer, R$ 30 milhões.
Protocolado oito horas antes de se encerrar o prazo para formalização das candidaturas na Justiça Eleitoral, o documento traz a declaração de bens da petista, que diz possuir bens no valor de R$ 1.066.347,47, e de seu vice, o deputado Michel Temer (PMDB-SP), que declarou patrimônio de R$ 6.052.779,19.
Dilma declarou ter uma casa em Porto Alegre, três apartamentos, sendo dois na capital gaúcha e um em Belo Horizonte, um terreno, também em Porto Alegre, além de um automóvel Fiat Tipo avaliado em R$ 30 mil. Ela também informou R$ 46 mil em poupança e R$ 52 mil em joias e obras de arte. Segundo o advogado que protocolou a lista de bens da candidata, o apartamento da capital mineira seria herança.
Com uma lista bem mais extensa de patrimônio, o vice Michel Temer declarou, entre outros itens, ter um prédio avaliado em R$ 722 mil na capital paulista, um automóvel Audi avaliado em R$ 282 mil, além de salas comerciais, apartamentos, lotes, participações em fundos financeiros, depósitos bancários e ativos imobiliários avaliados em R$ 2,2 milhões.
Os políticos têm até 19h desta segunda para apresentar o pedido de registro ao TSE. Com o protocolo da chapa petista, o processo será entregue à relatoria de um dos ministros do tribunal, que irá analisar os documentos apresentados por Dilma e Temer para decidir se concede ou não o registro de candidatura.
O TSE analisa apenas os registros de candidaturas à Presidência. Os pedidos de candidatos aos demais cargos são encaminhados ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado. Para se habilitarem ao pleito de outubro, os concorrentes ao Palácio do Planalto e aos governos estaduais devem apresentar ao TSE e aos TREs a plataforma de governo, a previsão de gastos para a campanha, a certidão criminal e a declaração de bens, assim como a foto que será utilizada na urna eletrônica.
O TSE tem até 5 de agosto para decidir e publicar as decisões sobre todos os pedidos de registro de candidatura recebidos. Caso a solicitação seja negada, o TSE tem até 19 de agosto para julgar eventuais recursos. Uma lista prévia com todos os políticos que solicitaram registro será divulgada no dia 8 julho pela Justiça Eleitoral e os candidatos que não estiverem no levantamento poderão solicitar sua inclusão até o dia 10 do mesmo mês.
Plano de governo
A coligação “Para o Brasil Seguir Mudando” é composta por dez partidos – PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PCdoB, PRB, PTN, PSC e PTC – e apresentou um plano de governo de 17 páginas ao TSE. Entre os eixos de campanha, o plano listou prioridades para estruturar o desenvolvimento econômico como “combate às desigualdades raciais, sociais e regionais, promoção da sustentabilidade ambiental”
A plataforma também prevê investimento em “crédito, ciência e inovação tecnológica a serviço de um novo desenvolvimento” e defende “infraestrutura para impulsionar o desenvolvimento agrícola, industrial e comercial do país”.
Na área de meio ambiente, o plano de governo de Dilma fala em “desenvolvimento ambiental sustentável”. “O desenvolvimento econômico deve ter como premissa a sustentabilidade ambiental.”
Na educação, o documento fala em ensino de “qualidade, ciência e tecnologia para construir uma sociedade do conhecimento”. Para a saúde, prevê “acesso universal e de qualidade aos serviços de saúde”.
O plano fala ainda em desenvolvimento social, presença do Brasil no mundo e “acesso à comunicação, socialização dos bens culturais, valorização da produção cultural e estímulo ao debate de ideias”.
Marina
Primeira a pedir o registro para concorrer, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, declarou um patrimônio de R$ 149,2 mil ao fazer o registro de sua candidatura no TSE na quinta-feira (1º). O vice dela, o empresário Guilherme Leal, declarou possuir R$ 1,19 bilhão – cifra 8 mil vezes superior ao patrimônio declarado de Marina. O PV prevê um gasto de R$ 90 milhões durante a campanha.
Em sua declaração, Marina diz ser dona de uma casa em Rio Branco, no Acre, avaliada em R$ 60 mil, e de seis lotes, que juntos somam uma área de 16.197 m² e valem R$ 42.471. A candidata declarou ainda ter R$ 46.782,88 depositados em conta bancária.
Leal, por sua vez, é dono de vários imóveis em áreas nobres da cidade de São Paulo, ações de empresas, entre elas da Natura, da qual se afastou do comando para concorrer nas eleições, veículos, barco, aplicações em fundos de investimentos e contas correntes no Brasil e no exterior. Ele também declarou ter joias e obras de arte em seu patrimônio.
Serra
O candidato do PSDB, José Serra, ainda não apresentou o pedido de registro ao TSE. O PSDB deve protocolar até 19h os documentos necessários para concorrer nas eleições de outubro.
Petista declarou patrimônio de pouco mais de R$ 1 milhão.
Vice Michel Temer (PMDB) informou ter patrimônio de R$ 6 milhões.
Robson Bonin
Do G1, em Brasília
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, apresentou nesta segunda-feira (5), por volta de 11h30, o pedido de registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O gasto estimado para a campanha é de R$ 187 milhões: o PT prevê gastar R$ 157 milhões e o PMDB, do vice Michel Temer, R$ 30 milhões.
Protocolado oito horas antes de se encerrar o prazo para formalização das candidaturas na Justiça Eleitoral, o documento traz a declaração de bens da petista, que diz possuir bens no valor de R$ 1.066.347,47, e de seu vice, o deputado Michel Temer (PMDB-SP), que declarou patrimônio de R$ 6.052.779,19.
Dilma declarou ter uma casa em Porto Alegre, três apartamentos, sendo dois na capital gaúcha e um em Belo Horizonte, um terreno, também em Porto Alegre, além de um automóvel Fiat Tipo avaliado em R$ 30 mil. Ela também informou R$ 46 mil em poupança e R$ 52 mil em joias e obras de arte. Segundo o advogado que protocolou a lista de bens da candidata, o apartamento da capital mineira seria herança.
Com uma lista bem mais extensa de patrimônio, o vice Michel Temer declarou, entre outros itens, ter um prédio avaliado em R$ 722 mil na capital paulista, um automóvel Audi avaliado em R$ 282 mil, além de salas comerciais, apartamentos, lotes, participações em fundos financeiros, depósitos bancários e ativos imobiliários avaliados em R$ 2,2 milhões.
Os políticos têm até 19h desta segunda para apresentar o pedido de registro ao TSE. Com o protocolo da chapa petista, o processo será entregue à relatoria de um dos ministros do tribunal, que irá analisar os documentos apresentados por Dilma e Temer para decidir se concede ou não o registro de candidatura.
O TSE analisa apenas os registros de candidaturas à Presidência. Os pedidos de candidatos aos demais cargos são encaminhados ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado. Para se habilitarem ao pleito de outubro, os concorrentes ao Palácio do Planalto e aos governos estaduais devem apresentar ao TSE e aos TREs a plataforma de governo, a previsão de gastos para a campanha, a certidão criminal e a declaração de bens, assim como a foto que será utilizada na urna eletrônica.
O TSE tem até 5 de agosto para decidir e publicar as decisões sobre todos os pedidos de registro de candidatura recebidos. Caso a solicitação seja negada, o TSE tem até 19 de agosto para julgar eventuais recursos. Uma lista prévia com todos os políticos que solicitaram registro será divulgada no dia 8 julho pela Justiça Eleitoral e os candidatos que não estiverem no levantamento poderão solicitar sua inclusão até o dia 10 do mesmo mês.
Plano de governo
A coligação “Para o Brasil Seguir Mudando” é composta por dez partidos – PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PCdoB, PRB, PTN, PSC e PTC – e apresentou um plano de governo de 17 páginas ao TSE. Entre os eixos de campanha, o plano listou prioridades para estruturar o desenvolvimento econômico como “combate às desigualdades raciais, sociais e regionais, promoção da sustentabilidade ambiental”
A plataforma também prevê investimento em “crédito, ciência e inovação tecnológica a serviço de um novo desenvolvimento” e defende “infraestrutura para impulsionar o desenvolvimento agrícola, industrial e comercial do país”.
Na área de meio ambiente, o plano de governo de Dilma fala em “desenvolvimento ambiental sustentável”. “O desenvolvimento econômico deve ter como premissa a sustentabilidade ambiental.”
Na educação, o documento fala em ensino de “qualidade, ciência e tecnologia para construir uma sociedade do conhecimento”. Para a saúde, prevê “acesso universal e de qualidade aos serviços de saúde”.
O plano fala ainda em desenvolvimento social, presença do Brasil no mundo e “acesso à comunicação, socialização dos bens culturais, valorização da produção cultural e estímulo ao debate de ideias”.
Marina
Primeira a pedir o registro para concorrer, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, declarou um patrimônio de R$ 149,2 mil ao fazer o registro de sua candidatura no TSE na quinta-feira (1º). O vice dela, o empresário Guilherme Leal, declarou possuir R$ 1,19 bilhão – cifra 8 mil vezes superior ao patrimônio declarado de Marina. O PV prevê um gasto de R$ 90 milhões durante a campanha.
Em sua declaração, Marina diz ser dona de uma casa em Rio Branco, no Acre, avaliada em R$ 60 mil, e de seis lotes, que juntos somam uma área de 16.197 m² e valem R$ 42.471. A candidata declarou ainda ter R$ 46.782,88 depositados em conta bancária.
Leal, por sua vez, é dono de vários imóveis em áreas nobres da cidade de São Paulo, ações de empresas, entre elas da Natura, da qual se afastou do comando para concorrer nas eleições, veículos, barco, aplicações em fundos de investimentos e contas correntes no Brasil e no exterior. Ele também declarou ter joias e obras de arte em seu patrimônio.
Serra
O candidato do PSDB, José Serra, ainda não apresentou o pedido de registro ao TSE. O PSDB deve protocolar até 19h os documentos necessários para concorrer nas eleições de outubro.
domingo, 4 de julho de 2010
Vice de Serra já atacou pré-sal e quis vetar esmola
04/07/2010-11h56 (Folha Online)
FILIPE COUTINHO
DE BRASÍLIA
BERNARDO MELLO FRANCO
DE SÃO PAULO
Desconhecido até outro dia pelo presidenciável José Serra (PSDB), o vice Indio da Costa (DEM) já usou a tribuna da Câmara para discorrer contra o pré-sal e a favor da proibição de coxinhas e pirulitos em cantinas escolares.
Deputado de primeiro mandato, ele também atacou o envio de ajuda humanitária ao Haiti, antes do terremoto que devastou o país.
Indio começou a defender ideias polêmicas em seu primeiro mandato de vereador do Rio, onde foi fiel escudeiro do então prefeito Cesar Maia.
Em 1997, apresentou projeto de lei para punir os cariocas que dão esmola a pedintes. "Fica proibido esmolar no município, para qualquer fim ou objeto", sentenciava o texto. "Quem doar esmola pagará multa a ser definida."
A proposta chegava a chamar a mendicância de "vício". Foi considerada inconstitucional e acabou numa gaveta da Câmara Municipal.
Ele também tentou proibir o comércio ambulante das ruas, o que varreria da paisagem carioca as figuras tradicionais dos vendedores de mate e biscoito de polvilho.
Num dos 130 discursos como deputado, Indio defendeu um plebiscito sobre a pena de morte, tema evitado por políticos experientes.
Afinado com o oposicionismo combativo do DEM, disse (antes da tragédia) que o governo parecia "beber cachaça" ao financiar tropas no Haiti enquanto o Brasil vivia uma "guerra civil".
O deputado é fiel às orientações do partido, o que demonstra que a relatoria do projeto Ficha Limpa não foi o único trunfo para a escolha.
Na votação do pré-sal, ignorou a pressão da base fluminense e repetiu o discurso ambientalista adotado pela sigla. Já fez duras críticas a Roberto Jefferson, presidente do PTB e homem forte da chapa de Serra.
FILIPE COUTINHO
DE BRASÍLIA
BERNARDO MELLO FRANCO
DE SÃO PAULO
Desconhecido até outro dia pelo presidenciável José Serra (PSDB), o vice Indio da Costa (DEM) já usou a tribuna da Câmara para discorrer contra o pré-sal e a favor da proibição de coxinhas e pirulitos em cantinas escolares.
Deputado de primeiro mandato, ele também atacou o envio de ajuda humanitária ao Haiti, antes do terremoto que devastou o país.
Indio começou a defender ideias polêmicas em seu primeiro mandato de vereador do Rio, onde foi fiel escudeiro do então prefeito Cesar Maia.
Em 1997, apresentou projeto de lei para punir os cariocas que dão esmola a pedintes. "Fica proibido esmolar no município, para qualquer fim ou objeto", sentenciava o texto. "Quem doar esmola pagará multa a ser definida."
A proposta chegava a chamar a mendicância de "vício". Foi considerada inconstitucional e acabou numa gaveta da Câmara Municipal.
Ele também tentou proibir o comércio ambulante das ruas, o que varreria da paisagem carioca as figuras tradicionais dos vendedores de mate e biscoito de polvilho.
Num dos 130 discursos como deputado, Indio defendeu um plebiscito sobre a pena de morte, tema evitado por políticos experientes.
Afinado com o oposicionismo combativo do DEM, disse (antes da tragédia) que o governo parecia "beber cachaça" ao financiar tropas no Haiti enquanto o Brasil vivia uma "guerra civil".
O deputado é fiel às orientações do partido, o que demonstra que a relatoria do projeto Ficha Limpa não foi o único trunfo para a escolha.
Na votação do pré-sal, ignorou a pressão da base fluminense e repetiu o discurso ambientalista adotado pela sigla. Já fez duras críticas a Roberto Jefferson, presidente do PTB e homem forte da chapa de Serra.
Pesquisa Ibope mostra empate entre Serra e Dilma
03/07/2010 20h40 - Atualizado em 03/07/2010 23h02
Pesquisa Ibope mostra empate entre Serra e Dilma, ambos com 39%
Tucano tinha 35% no levantamento anterior. Dilma estava com 40%.
Marina Silva (PV) aparece com 10%. Margem de erro é de dois pontos.
Do G1, com informações do Jornal Nacional
Pesquisa Ibope sobre a intenção de voto para presidente da República, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, aponta empate em 39% entre os candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em abril, Serra tinha 40%; na virada de maio para junho, caiu para 37%, depois para 35%; agora subiu e aparece com 39%. Com a margem de erro, teria entre 37% e 41%. Dilma tinha 32%, depois foi a 37%, a 40% e agora aparece com 39%. Com a margem de erro, também teria entre 37% e 41%.
Marina Silva (PV) se manteve em 9% nas três pesquisas desde abril e agora tem 10%. Com a margem de erro, estaria entre 8% e 12%. Brancos e nulos somaram 6% e indecisos, 7%.
Segundo turno
O Ibope também pesquisou a intenção de voto num eventual segundo turno entre José Serra e Dilma Rousseff.
Em abril, Serra tinha 46%; caiu para 42% na virada de maio para junho; depois, para 38% e agora aparece com 43%. Com a margem de erro, teria entra 41% e 45% dos votos em um segundo turno contra Dilma. A candidata do PT tinha 37%. Depois, 42%. Foi a 45% e agora foi a 43%. Com a margem de erro, teria entre 41% e 45%. Brancos e nulos somaram 8% na simulação de segundo turno. Indecisos, 7%.
Avaliação do governo
O levantamento mediu o grau de aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Setenta e seis por cento consideram o governo ótimo ou bom; 19%, regular; 4%, ruim e péssimo e 1% não souberam ou não responderam.
Abrangência
O Ibope ouviu 2002 eleitores entre os dias 27 e 30 de junho em 140 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 17245/2010.
Pesquisa Ibope mostra empate entre Serra e Dilma, ambos com 39%
Tucano tinha 35% no levantamento anterior. Dilma estava com 40%.
Marina Silva (PV) aparece com 10%. Margem de erro é de dois pontos.
Do G1, com informações do Jornal Nacional
Pesquisa Ibope sobre a intenção de voto para presidente da República, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, aponta empate em 39% entre os candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em abril, Serra tinha 40%; na virada de maio para junho, caiu para 37%, depois para 35%; agora subiu e aparece com 39%. Com a margem de erro, teria entre 37% e 41%. Dilma tinha 32%, depois foi a 37%, a 40% e agora aparece com 39%. Com a margem de erro, também teria entre 37% e 41%.
Marina Silva (PV) se manteve em 9% nas três pesquisas desde abril e agora tem 10%. Com a margem de erro, estaria entre 8% e 12%. Brancos e nulos somaram 6% e indecisos, 7%.
Segundo turno
O Ibope também pesquisou a intenção de voto num eventual segundo turno entre José Serra e Dilma Rousseff.
Em abril, Serra tinha 46%; caiu para 42% na virada de maio para junho; depois, para 38% e agora aparece com 43%. Com a margem de erro, teria entra 41% e 45% dos votos em um segundo turno contra Dilma. A candidata do PT tinha 37%. Depois, 42%. Foi a 45% e agora foi a 43%. Com a margem de erro, teria entre 41% e 45%. Brancos e nulos somaram 8% na simulação de segundo turno. Indecisos, 7%.
Avaliação do governo
O levantamento mediu o grau de aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Setenta e seis por cento consideram o governo ótimo ou bom; 19%, regular; 4%, ruim e péssimo e 1% não souberam ou não responderam.
Abrangência
O Ibope ouviu 2002 eleitores entre os dias 27 e 30 de junho em 140 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 17245/2010.
sábado, 3 de julho de 2010
Vice-presidente do STF nega três pedidos para suspender Ficha Limpa
03/07/2010-10h15
DE SÃO PAULO
O vice-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, negou na noite de ontem três pedidos de políticos para suspender a lei da Ficha Limpa.
As decisões liminares do ministro, que está no exercício da presidência do tribunal, veem depois de duas sentenças favoráveis a políticos "ficha suja" --um do ministro Dias Toffoli e outra do ministro Gilmar Mendes.
Um dos pedidos negados ontem foi do deputado João Alberto Pizzolatti Júnior (PP-SC). Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina por improbidade administrativa.
O ministro, que foi um dos defensores da Ficha Limpa, negou a liminar com o argumento de que não poderia suspender individualmente uma decisão tomada por um colegiado de juízes.
"Se não é qualquer condenação judicial que torna um cidadão inelegível, mas unicamente aquela decretada por um 'órgão colegiado', apenas o órgão igualmente colegiado do tribunal ad quem [instância superior] é que pode suspender a inelegibilidade", afirma Ayres Britto
Ele disse ainda que o deputado não foi condenado pelo exercício de seu mandato, mas por ser sócio de uma empresa que teve um contrato com a Prefeitura de Pomerode (SC) considerado irregular pela Justiça.
O segundo pedido foi do ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e do ex-vice-prefeito Sued Kennedy Parrela Botelho, condenados pela Justiça Eleitoral de Minas. O argumento do ministro foi o mesmo.
Já para Juarez Firmino de Souza Oliveira, condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Ayres Britto afirma que o Supremo não pode suspender um recurso da Justiça Eleitoral.
Fonte:FSP 3-7-2010
DE SÃO PAULO
O vice-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, negou na noite de ontem três pedidos de políticos para suspender a lei da Ficha Limpa.
As decisões liminares do ministro, que está no exercício da presidência do tribunal, veem depois de duas sentenças favoráveis a políticos "ficha suja" --um do ministro Dias Toffoli e outra do ministro Gilmar Mendes.
Um dos pedidos negados ontem foi do deputado João Alberto Pizzolatti Júnior (PP-SC). Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina por improbidade administrativa.
O ministro, que foi um dos defensores da Ficha Limpa, negou a liminar com o argumento de que não poderia suspender individualmente uma decisão tomada por um colegiado de juízes.
"Se não é qualquer condenação judicial que torna um cidadão inelegível, mas unicamente aquela decretada por um 'órgão colegiado', apenas o órgão igualmente colegiado do tribunal ad quem [instância superior] é que pode suspender a inelegibilidade", afirma Ayres Britto
Ele disse ainda que o deputado não foi condenado pelo exercício de seu mandato, mas por ser sócio de uma empresa que teve um contrato com a Prefeitura de Pomerode (SC) considerado irregular pela Justiça.
O segundo pedido foi do ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e do ex-vice-prefeito Sued Kennedy Parrela Botelho, condenados pela Justiça Eleitoral de Minas. O argumento do ministro foi o mesmo.
Já para Juarez Firmino de Souza Oliveira, condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Ayres Britto afirma que o Supremo não pode suspender um recurso da Justiça Eleitoral.
Fonte:FSP 3-7-2010
Começa neste sábado restrição à propaganda oficial
03/07/2010 07h29 - Atualizado em 03/07/2010 07h29
Legislação eleitoral proíbe publicidade favorável a administrador público.
Exibição da marca 'Brasil, um país de todos' está suspensa.
Fausto Carneiro
Do G1, em Brasília
Os governos federal, estaduais e municipais estão proibidos pela legislação eleitoral, a partir deste sábado (3), de veicular qualquer tipo de propaganda que possa ser caracterizada como publicidade favorável às administrações. A regra se aplica ao uso de símbolos, veiculação de publicidade e logomarcas em veículos de comunicação, placas, materiais impressos e sites oficiais.
A proibição vai até o dia 3 de outubro, data do primeiro turno das eleições, ou 31 de outubro, se houver segundo turno. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as exceções são para os casos em que a publicidade oficial representa serviço público indispensável, como anúncios em casos de catástrofe ou de saúde pública.
Para se prevenir contra representações na Justiça, o governo federal iniciou uma série de reuniões de orientação com técnicos de ministérios e órgãos da administração pública um mês antes da vigência da lei.
As reuniões obedecem a uma instrução normativa expedida pelo ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) em março passado. O documento relaciona os tipos e circunstâncias em que a publicidade oficial é vetada pela lei.
O texto determina ainda a suspensão, durante o período eleitoral, de “toda e qualquer forma de aplicação da marca ‘Brasil, um país de todos’”. Em outro trecho, o documento estabelece que as placas de projetos de obras “devem ser alteradas para exposição durante o período eleitoral”.
Em um dos tópicos, o texto explica que placas de obras ou de projetos de obras correspondem a "painéis, outdoors, adesivos, tapumes e quaisquer outras formas de sinalização que cumpram função de identificar ou divulgar obras e projetos de que participe a União, direta ou indiretamente” como exemplos vedados pela legislação eleitoral.
Segundo a assessoria de comunicação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), um dos órgãos federais com maior número de placas com a marca oficial do governo, a fiscalização do cumprimento da lei é feita pelos próprios técnicos do órgão, durante vistoria de obras.
Apenas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Dnit tem 1.579 contratos para obras e projetos em 57 mil quilômetros de rodovias pavimentadas em todos os estados do país e no Distrito Federal. Nem todos os contratos, porém, são referentes a obras –alguns são de projetos ou consultoria.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ao G1 alguns casos recentes de consultas feitas sobre publicidade. Uma campanha de doação de medula patrocinada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) foi aprovada pelo tribunal. Já a publicidade sobre ações do Projeto Rondon foram vetadas.
Denúncias
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebe denúncias sobre casos de propaganda oficial irregular. O trâmite desses processos é semelhante ao de representações por propaganda eleitoral antecipada ou irregular de candidatos.
Segundo a assessoria jurídica do tribunal, as denúncias recebidas são distribuídas a relatores, que podem notificar o órgão que eventualmente viole a legislação. O órgão apresenta defesa e o caso vai a julgamento. Em caso de condenação, a legislação prevê multas que variam de 5 Unidades Fiscais de Referência (R$ 5,30) a 100 mil (R$ 106 mil).
O TSE só cuida dos casos de propaganda irregular da União. Os casos envolvendo estados e municípios são julgados pelos tribunais regionais eleitorais.
Outras restrições
A legislação eleitoral veda ainda outras práticas durante os três meses que antecedem o primeiro turno da eleição, como a transferência voluntária de recursos da União para estados e municípios. A exceção é para os casos de situações de emergência e calamidade pública.
Também estão suspensas a partir deste sábado a nomeação, contratação, remoção, transferência, exoneração ou demissão de servidor sem justa causa. A regra vale até a posse dos eleitos. Segundo o TSE, porém, está liberada a realização de concursos públicos e nomeação de aprovados em concursos homologados até este sábado.
Nomeações e exonerações de pessoal em cargo comissionado ou para funções no Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência também são permitidos.
Legislação eleitoral proíbe publicidade favorável a administrador público.
Exibição da marca 'Brasil, um país de todos' está suspensa.
Fausto Carneiro
Do G1, em Brasília
Os governos federal, estaduais e municipais estão proibidos pela legislação eleitoral, a partir deste sábado (3), de veicular qualquer tipo de propaganda que possa ser caracterizada como publicidade favorável às administrações. A regra se aplica ao uso de símbolos, veiculação de publicidade e logomarcas em veículos de comunicação, placas, materiais impressos e sites oficiais.
A proibição vai até o dia 3 de outubro, data do primeiro turno das eleições, ou 31 de outubro, se houver segundo turno. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as exceções são para os casos em que a publicidade oficial representa serviço público indispensável, como anúncios em casos de catástrofe ou de saúde pública.
Para se prevenir contra representações na Justiça, o governo federal iniciou uma série de reuniões de orientação com técnicos de ministérios e órgãos da administração pública um mês antes da vigência da lei.
As reuniões obedecem a uma instrução normativa expedida pelo ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) em março passado. O documento relaciona os tipos e circunstâncias em que a publicidade oficial é vetada pela lei.
O texto determina ainda a suspensão, durante o período eleitoral, de “toda e qualquer forma de aplicação da marca ‘Brasil, um país de todos’”. Em outro trecho, o documento estabelece que as placas de projetos de obras “devem ser alteradas para exposição durante o período eleitoral”.
Em um dos tópicos, o texto explica que placas de obras ou de projetos de obras correspondem a "painéis, outdoors, adesivos, tapumes e quaisquer outras formas de sinalização que cumpram função de identificar ou divulgar obras e projetos de que participe a União, direta ou indiretamente” como exemplos vedados pela legislação eleitoral.
Segundo a assessoria de comunicação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), um dos órgãos federais com maior número de placas com a marca oficial do governo, a fiscalização do cumprimento da lei é feita pelos próprios técnicos do órgão, durante vistoria de obras.
Apenas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Dnit tem 1.579 contratos para obras e projetos em 57 mil quilômetros de rodovias pavimentadas em todos os estados do país e no Distrito Federal. Nem todos os contratos, porém, são referentes a obras –alguns são de projetos ou consultoria.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ao G1 alguns casos recentes de consultas feitas sobre publicidade. Uma campanha de doação de medula patrocinada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) foi aprovada pelo tribunal. Já a publicidade sobre ações do Projeto Rondon foram vetadas.
Denúncias
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebe denúncias sobre casos de propaganda oficial irregular. O trâmite desses processos é semelhante ao de representações por propaganda eleitoral antecipada ou irregular de candidatos.
Segundo a assessoria jurídica do tribunal, as denúncias recebidas são distribuídas a relatores, que podem notificar o órgão que eventualmente viole a legislação. O órgão apresenta defesa e o caso vai a julgamento. Em caso de condenação, a legislação prevê multas que variam de 5 Unidades Fiscais de Referência (R$ 5,30) a 100 mil (R$ 106 mil).
O TSE só cuida dos casos de propaganda irregular da União. Os casos envolvendo estados e municípios são julgados pelos tribunais regionais eleitorais.
Outras restrições
A legislação eleitoral veda ainda outras práticas durante os três meses que antecedem o primeiro turno da eleição, como a transferência voluntária de recursos da União para estados e municípios. A exceção é para os casos de situações de emergência e calamidade pública.
Também estão suspensas a partir deste sábado a nomeação, contratação, remoção, transferência, exoneração ou demissão de servidor sem justa causa. A regra vale até a posse dos eleitos. Segundo o TSE, porém, está liberada a realização de concursos públicos e nomeação de aprovados em concursos homologados até este sábado.
Nomeações e exonerações de pessoal em cargo comissionado ou para funções no Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência também são permitidos.
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