03 Setembro 2010 às 09:29
O governador André Puccinelli se mantém na liderança nas eleições para o Governo do Estado. Em nova pesquisa do Ipems (Instituto de Pesquisa de Mato Grosso do Sul), sobre intenção de voto, André aparece com 51,05% das intenções de voto, seu concorrente mais direto, Zeca do PT, com 34,60% e Nei Braga do PSOL, tem 1,80%. O levantamento, realizado entre os 27 de agosto e 02 de setembro, captou a intenção votos depois de duas semanas do horário político eleitoral, além do “impacto”, que pelo visto não foi tão grande como os petistas esperavam, da vinda do presidente Lula e sua candidata Dilma Rousseff a Campo Grande. Foram ouvidos 2 mil eleitores em 50 municípios que concentram mais de 90% do eleitorado sul-mato-grossense.
Em relação a pesquisa anterior, realizada entre 11 e 17 de agosto, o quadro se manteve praticamente inalterado, com pequena variação abaixo da margem de erro, que é de 2,90%.
Se considerados apenas os votos válidos (critério adotado pela Justiça Eleitoral em que se exclui indecisos, brancos e nulso) o governador se reelegeria com 57,62% dos votos, Zeca teria 40,35% e Nei Braga, 2,03%. O levantamento mostra que o governador vence na Capital, 59,05% a 38,16%, (Nei Braga tem 2,80%) e no interior, 56,87% a 41,49%, enquanto o candidato PSOL aparece com 1,63%. Outro indicador importante é o da rejeição: 43,80% dos eleitores declararam que não votam em Zeca do PT; 73,80% rejeitam Nei Braga e 25,50% no governador. O governador está na frente nove microregiões. É o preferido entre as mulheres (52,43% a 32%) e os homens (59,59 a 39,71%). A pesquisa do IPEMS foi registrada no TRE/MS sob número 34.100/2010 e divulgada hoje pela manhã no Programa Tribuna Livre da FM Capital.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
IBOPE: DILMA CHEGA A 51%
28/08/2010 07h41 - Atualizado em 28/08/2010 07h50
Dilma tem 51%, e Serra, 27%, aponta Ibope
Marina registra 7%. Margem de erro é de 2 pontos percentuais.
No cenário com segundo turno, Dilma tem 55%, e Serra, 32%.
Do G1, em São Paulo
INTENÇÃO DE VOTO PARA A PRESIDÊNCIA
Resposta estimulada e única, em %
Dilma (PT)51%
Serra (PSDB) 27%
Marina (PV) 7%
Outros 1%
A candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Ibope de intenção de voto divulgada neste sábado (28). A petista tem 51% das intenções de voto contra 27% do adversário José Serra (PSDB).
De acordo com o Ibope, em terceiro lugar está Marina Silva (PV), com 7%. No levantamento anterior do Ibope, realizado dos dias 12 a 15 de agosto,Dilma tinha 43, Serra, 32%, e Marina, 8%.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou menos. Isso indica que Dilma pode ter entre 49% e 53% e Serra, entre 25% e 29%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
Dos demais candidatos, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 55% e Serra, 32%. Na pesquisa anterior, as taxas de Dilma e Serra eram de 48% e 37%, respectivamente.
Avaliação do governo
O levantamento também mostrou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 78%, o governo é ótimo ou bom; para 17%, regular; para 4%, ruim ou péssimo.
Dilma tem 51%, e Serra, 27%, aponta Ibope
Marina registra 7%. Margem de erro é de 2 pontos percentuais.
No cenário com segundo turno, Dilma tem 55%, e Serra, 32%.
Do G1, em São Paulo
INTENÇÃO DE VOTO PARA A PRESIDÊNCIA
Resposta estimulada e única, em %
Dilma (PT)51%
Serra (PSDB) 27%
Marina (PV) 7%
Outros 1%
A candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Ibope de intenção de voto divulgada neste sábado (28). A petista tem 51% das intenções de voto contra 27% do adversário José Serra (PSDB).
De acordo com o Ibope, em terceiro lugar está Marina Silva (PV), com 7%. No levantamento anterior do Ibope, realizado dos dias 12 a 15 de agosto,Dilma tinha 43, Serra, 32%, e Marina, 8%.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou menos. Isso indica que Dilma pode ter entre 49% e 53% e Serra, entre 25% e 29%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
Dos demais candidatos, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 55% e Serra, 32%. Na pesquisa anterior, as taxas de Dilma e Serra eram de 48% e 37%, respectivamente.
Avaliação do governo
O levantamento também mostrou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 78%, o governo é ótimo ou bom; para 17%, regular; para 4%, ruim ou péssimo.
CANDIDATO DE AÉCIO VIRA O JOGO EM MINAS
28/08/2010 07h41 - Atualizado em 28/08/2010 08h05
Tucano tem 35% das intenções de voto, e peemedebista, 33%.
Margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Do G1, em Brasília
Anastasia (PSDB) 35
Costa (PMDB) 33
Vanessa Portugal (PSTU) 1
Zé Fernando Aparecido (PV) 1
Professor Luiz Carlos (PSOL) 0
Edilson Nascimento (PT do B) 0
Fabinho (PCB) 0
Pepê (PCO) 0
Branco/nulo 6
Indecisos 24
Fonte: Ibope
0 - Não atingiu 1% das intenções
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (28) mostra empate técnico entre Antonio Anastasia (PSDB) e Hélio Costa (PMDB) na disputa ao governo de Minas. Segundo o instituto, Anastasia tem 35%, e Hélio Costa, 33%. No levantamento anterior, Anastasia tinha 27%, e Costa, 38%.
A margem de erro do levantamento atual é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levando em consideração a margem de erro, Anastasia pode ter entre 33% e 37%, e Hélio Costa, de 31% a 35%.
Vanessa Portugal (PSTU) e Zé Fernando Aparecido (PV) aparecem com 1% cada um. Dos demais candidatos - Professor Luiz Carlos (PSOL), Edilson Nascimento (PT do B), Fabinho (PCB) e Pepê (PCO) -, nenhum deles atingiu 1% das intenções de voto.
Votos em branco ou nulos são 6%. A pesquisa apontou também que 24% dos eleitores continuam indecisos.
O levantamento foi realizado dos dias 24 a 26 de agosto. Foram entrevistados 1.806 eleitores.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e o jornal "O Estado de S.Paulo" e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 65090/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 26113/2010
Tucano tem 35% das intenções de voto, e peemedebista, 33%.
Margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Do G1, em Brasília
Anastasia (PSDB) 35
Costa (PMDB) 33
Vanessa Portugal (PSTU) 1
Zé Fernando Aparecido (PV) 1
Professor Luiz Carlos (PSOL) 0
Edilson Nascimento (PT do B) 0
Fabinho (PCB) 0
Pepê (PCO) 0
Branco/nulo 6
Indecisos 24
Fonte: Ibope
0 - Não atingiu 1% das intenções
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (28) mostra empate técnico entre Antonio Anastasia (PSDB) e Hélio Costa (PMDB) na disputa ao governo de Minas. Segundo o instituto, Anastasia tem 35%, e Hélio Costa, 33%. No levantamento anterior, Anastasia tinha 27%, e Costa, 38%.
A margem de erro do levantamento atual é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Levando em consideração a margem de erro, Anastasia pode ter entre 33% e 37%, e Hélio Costa, de 31% a 35%.
Vanessa Portugal (PSTU) e Zé Fernando Aparecido (PV) aparecem com 1% cada um. Dos demais candidatos - Professor Luiz Carlos (PSOL), Edilson Nascimento (PT do B), Fabinho (PCB) e Pepê (PCO) -, nenhum deles atingiu 1% das intenções de voto.
Votos em branco ou nulos são 6%. A pesquisa apontou também que 24% dos eleitores continuam indecisos.
O levantamento foi realizado dos dias 24 a 26 de agosto. Foram entrevistados 1.806 eleitores.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e o jornal "O Estado de S.Paulo" e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 65090/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 26113/2010
sábado, 21 de agosto de 2010
DILMA ABRE 17 PONTOS SOBRE SERRA E VENCERIA NO 1o. TURNO, APONTA DATAFOLHA
21/08/2010 - 03h00
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.
Exposição em programas de TV e horário eleitoral explicam disparada de Dilma
MAURO PAULINO
DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA
Em um mês, o cenário da disputa pela Presidência da República sofreu alterações importantes. Estável desde maio, com o empate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), o quadro passou a apontar nova tendência há uma semana.
A ex-ministra de Lula disparou na liderança e passou a figurar como grande favorita, com possibilidade de vitória já no primeiro turno.
Como já demonstrado pelo Datafolha, o papel de Lula foi essencial para a evolução de sua pupila, mas é impossível negar a força de mais uma protagonista nesse roteiro.
Eliane Cantanhêde: Dilma é uma incógnita para o Brasil
Acompanhe a Folha Poder no Twitter
Conheça nossa página no Facebook
A TV prova mais uma vez seu poder de alcance e penetração nos mais diversos estratos da população brasileira, inclusive naqueles onde o acesso à informação é raro.
Oficializadas as candidaturas, a cobertura das eleições na mídia, especialmente na TV, se intensificou.
A agenda dos candidatos, entrevistas em programas de grande audiência e o início do horário eleitoral atingiu segmentos que até então encontravam-se distantes do processo eleitoral.
Para ilustrar o peso da TV na composição do voto do brasileiro, pesquisa Datafolha feita há um mês mostrou que 88% dos eleitores costumam utilizá-la para se informar sobre os candidatos.
A segunda mídia mais acessada para este fim são os jornais, só que com uma participação bem menor 54%.
Ainda na mesma pesquisa, se tivessem que escolher apenas um meio para acompanhar a eleição, 61% dos brasileiros optariam pela TV.
Mais interessante do que observar esse resultado no total da amostra é verificá-lo nos subconjuntos nos quais Dilma mais cresceu. Entre os habitantes do Nordeste de baixa renda, por exemplo, os que se informam exclusivamente pela TV são 71%.
A taxa de indecisos na região caiu cinco pontos, igualando-se à média nacional.
A petista, na avaliação dos entrevistados, foi a candidata de melhor desempenho no horário eleitoral até aqui. Entre os que já assistiram ao programa, a vantagem da ex-ministra sobre o tucano é de 24 pontos percentuais. Entre os que ainda não o fizeram, ela cai para 13 pontos.
O registro histórico do momento exato em que variáveis relevantes como a cobertura da TV e o horário eleitoral passam a agir sobre a composição do voto é essencial para a compreensão do contexto em que as mudanças ocorreram. A pesquisa do Datafolha divulgada hoje representa mais um fotograma do filme desta eleição, tendo a TV como principal difusor.
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.
Exposição em programas de TV e horário eleitoral explicam disparada de Dilma
MAURO PAULINO
DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA
Em um mês, o cenário da disputa pela Presidência da República sofreu alterações importantes. Estável desde maio, com o empate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), o quadro passou a apontar nova tendência há uma semana.
A ex-ministra de Lula disparou na liderança e passou a figurar como grande favorita, com possibilidade de vitória já no primeiro turno.
Como já demonstrado pelo Datafolha, o papel de Lula foi essencial para a evolução de sua pupila, mas é impossível negar a força de mais uma protagonista nesse roteiro.
Eliane Cantanhêde: Dilma é uma incógnita para o Brasil
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A TV prova mais uma vez seu poder de alcance e penetração nos mais diversos estratos da população brasileira, inclusive naqueles onde o acesso à informação é raro.
Oficializadas as candidaturas, a cobertura das eleições na mídia, especialmente na TV, se intensificou.
A agenda dos candidatos, entrevistas em programas de grande audiência e o início do horário eleitoral atingiu segmentos que até então encontravam-se distantes do processo eleitoral.
Para ilustrar o peso da TV na composição do voto do brasileiro, pesquisa Datafolha feita há um mês mostrou que 88% dos eleitores costumam utilizá-la para se informar sobre os candidatos.
A segunda mídia mais acessada para este fim são os jornais, só que com uma participação bem menor 54%.
Ainda na mesma pesquisa, se tivessem que escolher apenas um meio para acompanhar a eleição, 61% dos brasileiros optariam pela TV.
Mais interessante do que observar esse resultado no total da amostra é verificá-lo nos subconjuntos nos quais Dilma mais cresceu. Entre os habitantes do Nordeste de baixa renda, por exemplo, os que se informam exclusivamente pela TV são 71%.
A taxa de indecisos na região caiu cinco pontos, igualando-se à média nacional.
A petista, na avaliação dos entrevistados, foi a candidata de melhor desempenho no horário eleitoral até aqui. Entre os que já assistiram ao programa, a vantagem da ex-ministra sobre o tucano é de 24 pontos percentuais. Entre os que ainda não o fizeram, ela cai para 13 pontos.
O registro histórico do momento exato em que variáveis relevantes como a cobertura da TV e o horário eleitoral passam a agir sobre a composição do voto é essencial para a compreensão do contexto em que as mudanças ocorreram. A pesquisa do Datafolha divulgada hoje representa mais um fotograma do filme desta eleição, tendo a TV como principal difusor.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
DILMA MANTÉM 39% E SERRA, 34% EM NOVA PESQUISA DO IBOPE
06/08/2010 20h40 - Atualizado em 06/08/2010 20h40
Marina aparece com 8% das intenções de voto.
Margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.
Do G1, em São Paulo
A candidata Dilma Rousseff (PT) se manteve à frente de José Serra (PSDB) em nova rodada de pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da República divulgada nesta sexta-feira (6) pela TV Globo. Segundo a pesquisa, Dilma apresentou 39% das intenções de voto; José Serra (PSDB), 34%; e Marina Silva (PV) teve 8%.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 173 municípios de segunda-feira (2) a quinta-feira (5). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter de 37% a 41%; José Serra, de 32% a 36%; e Marina Silva, de 6% a 10%. Em relação à pesquisa divulgada na sexta-feira (30), Marina passou de 7% para 8%. Dilma e Serra mantiveram os mesmos índices de intenção de voto no primeiro turno.
Nos levantamentos anteriores do Ibope, Dilma tinha 37% na pesquisa de 31 de maio a 1 de junho; 38% na de 18 a 21 de junho; 36% na de 27 a 30 de junho; e 39% no levantamento de 26 a 29 de julho. Serra tinha 37%, passou a 32%, alcançou 36% e depois foi para 34%. Marina tinha 9%, passou a 7%, alcançou 8% e foi para 7% na pesquisa anterior.
Dentre os demais candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) -, nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 12%.
A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 21697/2010.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 44% (considerando a margem de erro, teria de 42% a 46%) e Serra, 39% (de 37% a 41%). Votariam nulo ou em branco 8% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 9%.
Na pesquisa divulgada uma semana antes, a petista tinha 46% e Serra, 40%. Aqueles que disseram que votariam nulo ou em branco somaram 6% dos eleitores e os indecisos, 8%.
Avaliação do governo
O levantamento ainda apresentou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 75%, o governo é ótimo ou bom; para 19%, regular; para 4%, ruim ou péssimo. Dentre os entrevistados, 1% não soube ou não respondeu.
Marina aparece com 8% das intenções de voto.
Margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.
Do G1, em São Paulo
A candidata Dilma Rousseff (PT) se manteve à frente de José Serra (PSDB) em nova rodada de pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente da República divulgada nesta sexta-feira (6) pela TV Globo. Segundo a pesquisa, Dilma apresentou 39% das intenções de voto; José Serra (PSDB), 34%; e Marina Silva (PV) teve 8%.
O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 173 municípios de segunda-feira (2) a quinta-feira (5). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso quer dizer que Dilma pode ter de 37% a 41%; José Serra, de 32% a 36%; e Marina Silva, de 6% a 10%. Em relação à pesquisa divulgada na sexta-feira (30), Marina passou de 7% para 8%. Dilma e Serra mantiveram os mesmos índices de intenção de voto no primeiro turno.
Nos levantamentos anteriores do Ibope, Dilma tinha 37% na pesquisa de 31 de maio a 1 de junho; 38% na de 18 a 21 de junho; 36% na de 27 a 30 de junho; e 39% no levantamento de 26 a 29 de julho. Serra tinha 37%, passou a 32%, alcançou 36% e depois foi para 34%. Marina tinha 9%, passou a 7%, alcançou 8% e foi para 7% na pesquisa anterior.
Dentre os demais candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) -, nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 12%.
A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 21697/2010.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 44% (considerando a margem de erro, teria de 42% a 46%) e Serra, 39% (de 37% a 41%). Votariam nulo ou em branco 8% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 9%.
Na pesquisa divulgada uma semana antes, a petista tinha 46% e Serra, 40%. Aqueles que disseram que votariam nulo ou em branco somaram 6% dos eleitores e os indecisos, 8%.
Avaliação do governo
O levantamento ainda apresentou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 75%, o governo é ótimo ou bom; para 19%, regular; para 4%, ruim ou péssimo. Dentre os entrevistados, 1% não soube ou não respondeu.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
MOKA CRESCE 8 PONTOS E ABRE CAMINHO PARA VAGA AO SENADO
Moka cresce 8 pontos no Ibope e abre caminho para vaga ao Senado
Pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, pela TV Morena mostra que o candidato ao Senado da coligação “Amor, Trabalho e Fé”, Waldemir Moka (PMDB), cresceu 8 pontos em relação à pesquisa do Ibrape/Correio do Estado e está na segunda colocação na disputa, tecnicamente empatado com Dagoberto Nogueira (PDT), que tem 32%. A vantagem que beneficia Moka é que sua campanha está crescendo e a de Dagoberto caindo.
Nas duas únicas pesquisas registradas e divulgadas depois das convenções, há grande movimentação dos candidatos ao Senado. Dagoberto cai 9 pontos, de 41 para 32% e Moka sobe 8 pontos, de 23 para 31%.
Moka comemorou os números do Ibope, assinalando que eles representam a realidade de uma campanha que vem crescendo dia a dia, porque tem a participação ativa de muitas lideranças na Capital e no interior. “Nós estamos andando, ouvindo as pessoas, falando o que fizemos nestes 12 anos em Brasília e expondo nossos compromissos pra frente”, ressalta Moka, observando que a pesquisa reflete “o que a gente sente nas ruas”.
Moka entende que se for eleito senador como presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional terá todas as condições de assegurar mais recursos para Mato Grosso do Sul no orçamento federal de 2011, não importa quem seja eleito presidente da República.
“A avaliação do Ibope estimula a continuidade do trabalho e cobra de todas as lideranças um esforço ainda maior para que na próxima pesquisa o crescimento continue”, destaca Moka, aproveitando para pedir o trabalho e o empenho de todos.
Pesquisas O Ibope mostrou o seguinte quadro para o Senado: Delcídio do Amaral (PT), da Coligação 'A Força do Povo', com 59%; Dagoberto Nogueira (PDT), da Coligação 'A Força do Povo', com 32%; Waldemir Moka (PMDB), da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 31%; o vice-governador Murilo Zauith, da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 21% e Jorge Batista (PSOL), com 3%. 16% manifestaram voto a apenas um candidato ao Senado. Os indecisos são 33%, e os votos brancos e nulos somam 5%. A pesquisa do Ibope foi realizada a pedido da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, entre os dias 28 e 31 de julho. Foram entrevistadas 1.204 pessoas na Capital e em municípios das regiões Sudoeste, Leste, Centro-Norte, Norte e do Pantanal. A margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou menos. A pesquisa está registrada no TSE e no TRE/MS com o protocolo 26.041/2010.
A pesquisa do Ibrape foi realizada entre 15 e 18 de julho, sob encomenda do jornal Correio do Estado, com um total de 1.119 eleitores, em 42 municípios, com margem de erro de até 3 pontos percentuais para mais ou para menos,com registro no TRE/MS sob número 23.860/2010. O resultado para o Senado foi o seguinte: Delcídio do Amaral (49%), Dagoberto Nogueira (41%), Murilo Zauith (24%), Moka (23%), Jorge Batista (2%), Prof. Washington (2%), brancos e nulos (20%), não sabe (39%).
Pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, pela TV Morena mostra que o candidato ao Senado da coligação “Amor, Trabalho e Fé”, Waldemir Moka (PMDB), cresceu 8 pontos em relação à pesquisa do Ibrape/Correio do Estado e está na segunda colocação na disputa, tecnicamente empatado com Dagoberto Nogueira (PDT), que tem 32%. A vantagem que beneficia Moka é que sua campanha está crescendo e a de Dagoberto caindo.
Nas duas únicas pesquisas registradas e divulgadas depois das convenções, há grande movimentação dos candidatos ao Senado. Dagoberto cai 9 pontos, de 41 para 32% e Moka sobe 8 pontos, de 23 para 31%.
Moka comemorou os números do Ibope, assinalando que eles representam a realidade de uma campanha que vem crescendo dia a dia, porque tem a participação ativa de muitas lideranças na Capital e no interior. “Nós estamos andando, ouvindo as pessoas, falando o que fizemos nestes 12 anos em Brasília e expondo nossos compromissos pra frente”, ressalta Moka, observando que a pesquisa reflete “o que a gente sente nas ruas”.
Moka entende que se for eleito senador como presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional terá todas as condições de assegurar mais recursos para Mato Grosso do Sul no orçamento federal de 2011, não importa quem seja eleito presidente da República.
“A avaliação do Ibope estimula a continuidade do trabalho e cobra de todas as lideranças um esforço ainda maior para que na próxima pesquisa o crescimento continue”, destaca Moka, aproveitando para pedir o trabalho e o empenho de todos.
Pesquisas O Ibope mostrou o seguinte quadro para o Senado: Delcídio do Amaral (PT), da Coligação 'A Força do Povo', com 59%; Dagoberto Nogueira (PDT), da Coligação 'A Força do Povo', com 32%; Waldemir Moka (PMDB), da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 31%; o vice-governador Murilo Zauith, da 'Coligação Amor, Trabalho e Fé', com 21% e Jorge Batista (PSOL), com 3%. 16% manifestaram voto a apenas um candidato ao Senado. Os indecisos são 33%, e os votos brancos e nulos somam 5%. A pesquisa do Ibope foi realizada a pedido da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, entre os dias 28 e 31 de julho. Foram entrevistadas 1.204 pessoas na Capital e em municípios das regiões Sudoeste, Leste, Centro-Norte, Norte e do Pantanal. A margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou menos. A pesquisa está registrada no TSE e no TRE/MS com o protocolo 26.041/2010.
A pesquisa do Ibrape foi realizada entre 15 e 18 de julho, sob encomenda do jornal Correio do Estado, com um total de 1.119 eleitores, em 42 municípios, com margem de erro de até 3 pontos percentuais para mais ou para menos,com registro no TRE/MS sob número 23.860/2010. O resultado para o Senado foi o seguinte: Delcídio do Amaral (49%), Dagoberto Nogueira (41%), Murilo Zauith (24%), Moka (23%), Jorge Batista (2%), Prof. Washington (2%), brancos e nulos (20%), não sabe (39%).
DELCIDIO DIZ QUE LIDERANÇA EM PESQUISA O ANIMA A TRABALHAR MAIS POR MS
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) avaliou como “bastante positivo” o resultado da pesquisa IBOPE encomendada pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande na qual ele aparece na liderança pela disputa do Senado, com 59 % das intenções de voto.
“É uma alegria ver que o esforço desenvolvido ao longo dos últimos oito anos para trazer mais de R$ 1 bilhão e 400 milhões em investimentos para o nosso estado e a ação parlamentar no Senado estão sendo reconhecidos pela população. Isso aumenta minha responsabilidade e a disposição de continuar trabalhando, cada vez mais, por todos os municípios de Mato Grosso do Sul”, afirmou o senador, que está em Brasília, participando do esforço concentrado do Congresso Nacional.
Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, O IBOPE ouviu 1.204 eleitores no período de 28 a 31 de julho, em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 26041/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 21022/2010.
Delcídio ficou impressionado com o crescimento da candidatura.
Se levarmos em conta que na pesquisa divulgada por outro instituto no dia 23 de julho me foram atribuídas 49 % das intenções de voto, e agora, dez dias depois, o meu índice saltou para 59 %, verificaremos um crescimento de 10 pontos percentuais, ou seja, 1 % ao dia. E olha que, em função do tratamento que faço para acabar com as seqüelas da dengue, eu ainda não consegui colocar minha campanha nas ruas. Vamos continuar trabalhando para que, quando isso acontecer, esses índices tão significativos continuem sendo mantidos. Mas o que vale mesmo é o resultado que sairá das urnas em 3 de outubro”, avalia o senador.
“É uma alegria ver que o esforço desenvolvido ao longo dos últimos oito anos para trazer mais de R$ 1 bilhão e 400 milhões em investimentos para o nosso estado e a ação parlamentar no Senado estão sendo reconhecidos pela população. Isso aumenta minha responsabilidade e a disposição de continuar trabalhando, cada vez mais, por todos os municípios de Mato Grosso do Sul”, afirmou o senador, que está em Brasília, participando do esforço concentrado do Congresso Nacional.
Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 2 de agosto, O IBOPE ouviu 1.204 eleitores no período de 28 a 31 de julho, em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 26041/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 21022/2010.
Delcídio ficou impressionado com o crescimento da candidatura.
Se levarmos em conta que na pesquisa divulgada por outro instituto no dia 23 de julho me foram atribuídas 49 % das intenções de voto, e agora, dez dias depois, o meu índice saltou para 59 %, verificaremos um crescimento de 10 pontos percentuais, ou seja, 1 % ao dia. E olha que, em função do tratamento que faço para acabar com as seqüelas da dengue, eu ainda não consegui colocar minha campanha nas ruas. Vamos continuar trabalhando para que, quando isso acontecer, esses índices tão significativos continuem sendo mantidos. Mas o que vale mesmo é o resultado que sairá das urnas em 3 de outubro”, avalia o senador.
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